quinta-feira, 12 de novembro de 2015

FAB Lança Foguete VS-40 Nesta Sexta-Feira (13/11)

Simulação-teste foi concluída com sucesso no
Centro de Lançamento de Alcântara (CLA)

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), localizado no Maranhão, realizou com sucesso, nesta quinta-feira (12/11), a simulação de lançamento do foguete suborbital VS-40M V03 dentro das atividades da Operação São Lourenço. Após os resultados dos testes, a previsão é que o lançamento do foguete ocorra no início da tarde desta sexta (13/11) no CLA.

O objetivo  do lançamento do VS-40M é testar, em voo suborbital, o Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA), uma plataforma destinada a experimentos no espaço, como desenvolvimento de produtos nas áreas de engenharia, eletrônica, sistemas embarcados, dentre outras. Na fase final de desenvolvimento, o SARA permitirá a realização de estudos científicos e tecnológicos de pesquisadores brasileiros, por até dez dias em ambiente de microgravidade.

O SARA é a chamada carga-útil do foguete VS-40M V03. Essa plataforma conterá um componente do Sistema de Navegação (SISNAV), denominado Sistema de Medição Inercial (SISMI). Também será embarcado no veículo um GPS de aplicação espacial, em fase de qualificação, desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em cooperação com o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Todos os subsistemas do VS-40M V03 SARA poderão ser empregadas em outros veículos lançados pelo IAE. O foguete VS-40M V03 e o SARA serão rastreados por radares do CLA. A plataforma SARA, após aterrissar em área marítima restrita à operação, será recuperada por helicópteros da Força Aérea Brasileira (FAB). Dentro das medidas de segurança, o tráfego aéreo da área de dispersão do veículo será interditado.

Inovação - O experimento da UFRN, que é um receptor GPS para aplicação espacial, tem como função básica informar com precisão a posição e a velocidade de um foguete ou satélite no espaço. A principal inovação é o incremento da capacidade de funcionar em elevadas altitudes e em altas velocidades sem perder o sincronismo com o sinal recebido da constelação de satélites GPS. A fabricação, integração e testes do experimento são feitos atualmente pelo IAE. O GPS já obteve sucesso em diversos voos realizados no Brasil.

Operação São Lourenço - O lançamento do foguete suborbital VS-40M V03 encerra a Operação São Lourenço, realizada pelo IAE, de 22 de outubro a 13 de novembro, em Alcântara. “A concretização e o lançamento da plataforma SARA inserem o Brasil em um grupo de poucas nações que detêm a tecnologia do motor foguete, das redes elétricas do veículo e da plataforma de ensaios em ambiente de microgravidade e de reentrada atmosférica que permitirá diversos avanços em estudos científicos e tecnológicos”, explica o Tenente-Coronel Engenheiro Alexandre Nogueira Barbosa, Coordenador-Geral da Operação São Lourenço.

A atividade conta com a participação da equipe envolvida com operações de lançamento do IAE e CLA e de outras organizações militares do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Comando Geral de Operações Aéreas (COMGAR), Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e Marinha do Brasil (MB). Especialistas da Agência Espacial Alemã (DLR) e do Centro Espacial da Suécia (SSC) atuam também no apoio à operação de equipamentos de solo.

O VS-40 já foi lançado duas vezes no Brasil, todas no CLA (Operação Santa Maria – 1993 e Operação Livramento – 1998) e uma vez na Noruega (junho de 2012) em apoio ao programa de microgravidade da Agência Espacial Européia (ESA). 

“A Operação São Lourenço integra o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), sendo a principal atividade de lançamento e rastreio de engenhos aeroespaciais prevista para este ano no Programa Espacial Brasileiro, em coordenação com a Agência Espacial Brasileira (AEB)”, explica o Coronel Aviador Cláudio Olany Alencar de Oliveira, Diretor do CLA.


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

BRASILEIRO USA SATÉLITE DA NASA PARA ESTUDAR SECA NA REGIÃO SUDESTE

Brasília, 9 de novembro de 2015 – O Sudeste perdeu 56 trilhões de litros de água por ano desde o início da seca que atinge a região, em 2012. É como se, a cada 12 meses, evaporassem duas represas de Itaipu ou 43 sistemas Cantareira, o principal reservatório da região metropolitana de São Paulo.
A conclusão está em um estudo feito com auxílio de satélite pelo pesquisador brasileiro Augusto Getirana, da Agência Espacial Norte-americana (Nasa). O trabalho, já disponível na internet, deve ser publicado em breve no jornal da Sociedade Americana de Meteorologia.
No Nordeste, a situação também é crítica, segundo o estudo. Por ano, foram perdidos 49 trilhões de litros de água. As duas regiões enfrentam a pior seca dos últimos 35 anos, de acordo com o pesquisador, mas o fenômeno pode ser ainda mais raro, já que a Nasa só contabiliza esse tipo de dado desde 1980. Com informações sobre desde a década de 1930, a Companhia de Abastecimento de Água de São Paulo (Sabesp) afirma que o estado enfrenta a pior temporada de falta de chuva dos últimos 83 anos.
No estudo, denominado “Déficit de água extremo no Brasil detectado do espaço”, Getirana afirma que as “razões para as precipitações recentes abaixo da média (na região leste do Brasil) ainda são desconhecidas”. O pesquisador afirma que há especulações no meio acadêmico de que a escassez de chuva pode ser causada pelo aquecimento global, pelo desmatamento na Amazônia ou outros fenômenos climáticos. Segundo o texto, porém, “futuros estudos para investigar as causas são recomendados”.
“Minha intenção não era descobrir a causa da seca. Era chegar a um valor que quantificasse o tamanho dessa seca no Brasil. E a conclusão é que a situação é muito grave”, disse Getirana. “Sei que talvez seja meio tarde para dar um alerta sobre a seca em todo o leste, mas acho que essa pesquisa pode ajudar as pessoas a terem uma visão mais geral do problema”, complementa.
Para chegar ao resultado, Getirana utilizou dados colhidos pelos satélites Grace (sigla em inglês para Recuperação de Gravidade e Experimento Climático), lançados pela Nasa em 2002. Os equipamentos foram projetados para calcular variações gravitacionais da Terra por meio da análise da quantidade de água reservada em certas áreas. Eles são capazes de medir quanta água há disponível na atmosfera, superfície e no subsolo de determinada região. Também podem mostrar, em centímetros, a variação de um mês para outro.
Secas – O hidrólogo brasileiro comparou os resultados medidos mensalmente pelo Grace no Sudeste e no Nordeste com as médias de alteração no volume de água nas duas regiões nos últimos 13 anos – a última medição foi feita em abril deste ano. Também foram levados em consideração chuva, escoamento de água e umidade do solo. Analisando apenas o período medido pelos satélites, os índices de precipitação do Sudeste foram 16% mais baixos que a média. No Nordeste, foram 19% menores.
No período, porém, as duas regiões enfrentaram outra seca de grandes proporções, que provocou racionamento de energia entre 2001 e 2002 e, segundo os dados da Nasa, só terminou entre janeiro e fevereiro de 2004.
“Outra coisa que chamou a atenção ao analisar os dados do Grace é que em um período de pouco mais de dez anos essa região leste do Brasil enfrentou dois fenômenos graves de falta d’água. No Nordeste a situação é crítica porque, embora a perda de água seja menor que no Sudeste, é uma região que já era naturalmente mais seca” diz Getirana.
A previsão para chuva nos próximos meses não parece ser suficiente para reverter à tendência de perda d’água, segundo especialistas. A chuva deve ficar abaixo da média no Nordeste, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe). A previsão para São Paulo é que a taxa de precipitação fique dentro da média entre outubro e janeiro. No restante do Sudeste, diz o último relatório do Inpe, os “modelos numéricos apresentam baixa confiabilidade na previsão”.
O consenso entre os meteorologistas do Inpe é que período chuvoso deve começar mais tarde que o normal na região central do país este ano. Em geral, a estação chuvosa vai de outubro a abril. De acordo com meteorologistas, não é possível calcular se a quantidade de chuva prevista é suficiente para reverter as perdas identificadas no estudo.
Esta foi a primeira vez que dados do Grace foram utilizados para avaliar a situação climática no Brasil. Estudos semelhantes já haviam sido feitos para tentar entender fenômenos climáticos em Índia, Groenlândia e Estados Unidos. Uma análise preliminar feita por Getirana mostra que a seca no Sudeste do Brasil é pior, inclusive, do que a observada na Califórnia, estado americano que enfrenta uma seca severa nos últimos anos.
“O satélite sempre mostra o passado, e não a situação atual da região pesquisada. Agora, por exemplo, temos acesso a dados que foram recolhidos em abril último. Os resultados podem servir para melhorarmos os modelos matemáticos que fazem previsões meteorológicas. E isso pode ser usado por governos e agências para influenciar tomadas de decisão”, afirma o pesquisador.
Trajetória – Formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Getirana trabalha na Nasa há três anos e tem vínculo com a agência espacial americana por mais quatro anos. Ele estuda água há muito tempo. Fez mestrado e parte do doutorado no Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) – outra parte do doutorado foi feita na França.
Em 2010, recebeu um prêmio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) por tese sobre o ciclo da água na Amazônia. Getirana foi para a Nasa para um pós-doutorado e hoje trabalha com modelos matemáticos para eventos climáticos extremos, como secas e enchentes. Antes, trabalhou na agência espacial e no serviço de meteorologia da França.
Fonte: O Globo

ÁGUA E VIDA NO UNIVERSO É TEMA DE SIMPÓSIO DE PESQUISA ESPACIAL

Brasília, 9 de novembro de 2015 – A cidade de Foz do Iguaçu (PR) sedia de hoje (9) a sexta-feira (13) o simpósio do Committee On Space Research (Cospar). Sob o tema geral Água e Vida no Universo, o evento multidisciplinar tem o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) entre seus organizadores.
Participantes de vários países discutirão temas que abrangem astronomia, observação da Terra, planetologia, astrobiologia, entre outros.
“Este é o segundo de uma série de eventos iniciado pelo Cospar objetivando promover a pesquisa espacial em países emergentes”, informa Inez Staciarini Batista, do Inpe, representante brasileira no Cospar e membro de seu comitê executivo.
A programação do evento é composta de palestras, plenárias, sessões orais e de painéis, assim como oficinas de treinamento.
Informações complementares e a relação de palestrantes estão disponíveis na página http://cosparbrazil2015.org/
Fonte: Inpe

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

EVENTO MOSTRA PROJETOS da AERONÁUTICA para a INDÚSTRIA e UNIVERSIDADES

Brasília, 11 de novembro de 2015 – Atrair mais indústrias e universidades nacionais e estrangeiras para atuarem em projetos estratégicos é o objetivo do 3º Workshop Brasileiro-Sueco em Aeronáutica e Defesa.
O evento se realiza amanhã (12) no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP) e apresenta novos programas com foco na inovação no setor e o status das iniciativas em curso.
O encontro é promovido pelo Centro de Pesquisa e Inovação Sueco Brasileiro (Cisb) e o Instituto Tecnológico de Aeronáutico (ITA). Hoje, a cooperação entre Brasil e Suécia na área envolve 30 projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e congrega parceiros da academia, indústria e governo de ambos os países.
“Vamos apresentar os resultados do que foi feito até agora para motivar e atrair outras universidades, empresas e agências de fomento brasileiras com vistas à ampliação da cooperação em aeronáutica e defesa”, explica Alessandra Holmo, diretora do Cisb.
Segundo ela, essa edição do evento também oferece a oportunidade de ampliar a cooperação entre os atores dos dois países. “Já temos confirmadas as presenças das empresas Saab, Combitech, FMV, seis universidades suecas e mais dez brasileiras, além de diversas indústrias do setor”, destaca Alessandra. “Por isso, organizamos uma sessão especial, programada para facilitar a interação e colaboração entre os participantes.”
O workshop integra a programação do 5º Encontro Anual do Cisb e da 4ª Semana de Inovação Brasil-Suécia, que tem promovido atividades em diversas cidades com seus membros e parceiros.
A programação do evento está no site http://cisb.org.br/bswad/.
Fonte: Agência Gestão CT&I

NANOSSATÉLITE SERPENS ENCERRA CICLO de TESTES e INICIA MISSÃO ESPACIAL


Brasília, 11 de novembro de 2015 – O satélite nacional de pequeno porte Serpens – sigla para Sistema Espacial para Realização de Pesquisa e Experimentos com Nanossatélites – completa hoje (11) 55 dias em órbita. Desde que foi lançado da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) em setembro último o satélite esteve em fase de testes e calibração de seus diversos instrumentos.
Durante esse período as equipes envolvidas no projeto avaliaram a saúde dos sistemas e concluíram que o Serpens está apto a iniciar sua missão de coleta de dados. À semana passada, pela primeira vez, foi ligada a carga útil de coleta de dados para que o satélite capte informações que são emitidas por sensores controlados das universidades de Brasília (UnB) e de Vigo, na Espanha.
Nos próximos dias o Serpens inicia sua operação nominal, habilitando diversos experimentos de coleta de dados, que poderão ser explorados pelas universidades ou outros grupos interessados. Nessa fase passa a coletar dados ambientais de plataformas instaladas em diversos países, incluindo o Brasil, com sistemas compatíveis aos do pequeno satélite.
Com o principal objetivo de prover experiências práticas aos estudantes envolvidos no projeto, o satélite embarcou sistemas em redundância, ou seja, para cada subsistema necessário à missão de coleta de dados, o Serpens levou ao espaço uma versão de segurança e uma versão experimental.
Nos sistemas com arquitetura experimental, foram usados componentes chamados “de prateleira” (ou COTS, do inglês: Custom Of The Shelf), que são itens comerciais que não são produzidos especificamente para operação no espaço, mas que são facilmente acessíveis a estudantes e comuns nas bancadas de laboratório das universidades.
Nos subsistemas com arquitetura de segurança, foram utilizados componentes específicos para o espaço ou que já haviam sido testados com sucesso em órbita. Essas redundâncias deram mais liberdades aos estudantes para construírem subsistemas experimentais, produzirem software ou testar designs nunca utilizados no espaço, pois a missão de coleta de dados estaria garantida mesmo com a perda de sinal ou falha de algum sistema experimental.
Suporte – Com o satélite no espaço, a equipe do projeto recebe apoio de diversos grupos no Brasil e no exterior para o rastreio e recepção de sinais. Transmitindo telemetria nas bandas de rádio amadorismo, o satélite pode ser rastreado por rádio amadores com as informações do site: http://www.aerospace.unb.br/serpens_radioamateurs
Além da integração com universidades internacionais parceiras do projeto, o Serpens possibilita uma maior interação dos estudantes com a comunidade rádio amadora no país. Com um exemplo, o rádio amador Edson Pereira (PY2SDR) disponibilizou uma análise técnica da recepção, demodulação e decodificação dos sinais emitidos pelo satélite em UHF (sinais que estão sendo transmitidos de forma consistente) na página da AMSAT-BR: http://amsat-br.org/cubesat-serpens-decodificacao-dos-sinais/.
Pereira, da cidade de Pardinho no interior paulista, foi o primeiro a receber sinais confirmados do satélite após ser lançado da ISS (http://amsat-br.org/sinais-do-cubesat-serpens-recebidos/), além de auxiliar a equipe do Serpens na fase de coordenação de para uso de frequências de rádio amadorismo pelo CubeSat.
Na quinta-feira (19), ele participa na UnB do 7º Encontro de Ciência e Tecnologia (ECT 2015) ministrando o minicurso “Utilização de Frequências de Radioamador por Satélites” para os interessados no tema.
Sequência – O Serpens é o terceiro CubeSat nacional a ser colocado no espaço. O primeiro foi o NanosatC-Br1, desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e o segundo foi o Aesp-14, produzido pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), ambos em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Essa primeira missão do projeto Serpens é coordenada pela UnB, mas a proposta é que as instituições que formam o consórcio se revezem na liderança. Pelo cronograma aprovado, a UFSC é responsável por encabeçar o desenvolvimento do Serpens 2.
Coordenação de Comunicação Social (CCS-AEB)
Foto: Valdivino Jr/AEB – Modelo de engenharia do Serpens.

ASTRÔNOMAS BRASILEIRAS PESQUISAM VULCÕES em SATÉLITE de JÚPITER


Brasília, 10 de novembro de 2015 – As atividades vulcânicas em Io, um dos satélites naturais do planeta Jupiter, são o objeto de estudo de doutorado em geofísica espacial no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), de São José dos Campos (SP), realizado pela astrônoma Fabíola Magalhães.
O curso inclui a experiência de um ano, patrocinada pelo programa Ciência sem Fronteiras (CsF), no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês), um dos centros de estudos da Agência Espacial Norte-americana (Nasa), na cidade de Pasadena, na Califórnia.
Fabíola é orientada pela também brasileira Rosaly Lopes, que hoje comanda o núcleo de Ciências Planetárias do JPL, com 100 profissionais sob sua supervisão. Ela é a pessoa que descobriu a maior quantidade de vulcões em atividade em Io. Ao todo são 71, conforme registrado na edição de 2006 do Guinness Book.
Localizado a 800 milhões de quilômetros da Terra, Io é pouco maior que a nossa lua. Tem 4,5 bilhões de anos e se destaca por ser o corpo celeste mais avermelhado do sistema solar. Io está no meio de um cabo de guerra entre Júpiter e seus outros satélites. O efeito gravitacional deles acaba fazendo com que a superfície do satélite fique num estica e puxa permanente. E essa movimentação termina gerando calor e resulta em vulcanismo.
O estudo vai além. Essas erupções expelem partículas que a atmosfera de Io não tem como segurar e que, por isso, acabam escapando para o espaço. Elas formam um cinturão de matéria ao redor de Júpiter, também conhecido como toroide de plasma.
O que Fabíola quer entender é como a atividade vulcânica de Io afeta essa estrutura. “Quanto mais soubermos sobre isso, melhor compreenderemos o sistema como um todo”, resume a cientista.
Fonte: Com informações da Revista Veja
Ilustração: Divulgação/Nasa – A lua Io ao redor do planeta Júpiter.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

MASER um programa de foguete de sondagem para a investigação microgravidade desenvolvido e gerido pela SSC

Conceito custo-benefício completo de curta duração pesquisas de microgravidade

MASER é um programa de foguete de sondagem para a investigação microgravidade desenvolvido e gerido pela SSC. O primeiro foguete MASER foi lançado em Março de 1987. É, um conceito completo de custo eficaz para curta duração pesquisas de microgravidade com a participação internacional do usuário. Uma equipe de projeto experiente corre MASER e oferece módulos experimentais, subsistemas e oportunidades de voo frequentes.

Módulos experimentais

A carga é composta normalmente por quatro a sete módulos experimentais independentes e sistemas de serviços relacionados. A parte total de experimento da carga útil é 240-290 kg. Acesso tardio para a instalação de amostras biológicas é possível até uma hora antes da decolagem. Os clientes são bem-vindos para fazer seus próprios módulos sobre MASER ou para usar o equipamento existente. Módulos existentes estão prontamente disponíveis em uma base de aluguer, novos módulos de hardware ou podem ser desenvolvidos, se necessário. SSC tem o prazer de fornecer mais detalhes.


Sistema de foguete

MASER usa um de dois estágios sólidos do foguete propulsor. Anteriormente, Brant preto IX, em diferentes versões ou Skylark 7 têm sido utilizados. Eles são agora substituídos pelo motor de foguete VSB 30. Um sistema de orientação, S-19, é usada, dependendo das exigências da missão.

Sistema de serviço

O sistema de serviço é composto por:
- módulo de serviço com sistema integrado de controle de freqüência
- Sistema de recuperação
- sistema de vídeo digital ou de módulos de TV.

Módulo de serviço

O módulo de serviço fornece indicação de lift-off, bem como microgravidade início de fase e final para os módulos experimentais. Ele também fornece informações sobre voos, tais como acelerações, velocidade angular e temperaturas. Além disso, o módulo de serviço coleta dados dos módulos experimentais e transmite dados de telemetria (TM) para a terra durante os voos. A velocidade máxima é de telemetria 5 Mbit / s para dados de telemetria e 20 Mbit / para o sistema de vídeo digital. O módulo pode também receber telecomandos (TC) de solo e distribuí-las para os módulos experimentais. O link de comando é protegido por codificação de correção de erros.

Sistema de vídeo digital

O Sistema de Vídeo Digital, ou os módulos de televisão, transmitir imagens de várias câmeras para o chão durante o vôo. Os dados de telemetria em tempo real, imagens de vídeo ea possibilidade de enviar telecomandos permitir que os usuários para monitorar e controlar as suas experiências durante o vôo. O sistema de controlo garante que a taxa de as acelerações durante a fase de microgravidade são mantidos abaixo 10-4g.

Recuperação

Um sistema de pára-quedas é usado para recuperação de terras. A velocidade de carga no destino é de cerca de 8 m / s. Para o posicionamento, um receptor GPS e um farol são colocados no módulo de recuperação. A carga útil é transportado de volta para o local de lançamento de helicóptero. A carga total é de volta para o local de lançamento após cerca de uma hora, a recuperação inicial de amostras biológicas pode ser feita no ponto de impacto, após cerca de 30 minutos.

Pesquisa em microgravidade

Usando foguetes de alta altitude não tripulados, os cientistas podem realizar pesquisas em perto de imponderabilidade, chamada microgravidade. A gravidade afeta muitos físicos, químicos e processos biológicos na Terra. Ao reduzir o efeito da força gravitacional para apenas um décimo de milésimo de que na terra, a pesquisa pode ser realizada valioso.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

MASER 13 - MEDI

O MÓDULO DE MEDI EXPERIÊNCIA

Múltiplo-equiaxed-Dendrite-Interaction (MEDI)
Casas MEDI o experimento CETSOL-MEDI, de PI L. Sturz, ACCESS eV, Aachen, Alemanha. Coordenador Científico da equipe é Gerhard Zimmermann, ACCESS eV, Aachen, Alemanha.
O objetivo geral do projeto CETSOL é melhorar a compreensão dos fenômenos físicos que regem a formação da transição colunar-to-equiaxial (CET) na solidificação da liga e suas conseqüências para fundição solidez.Para esse fim, ambas as investigações experimentais da formação de solidificação colunar e dendrítica equiaxial e o TEC, bem como modelos numéricos estão a ser desenvolvidas.
No quadro do MEDI experimento sobre MASER 13 a equipe se propõe a investigar a formação de uma microestrutura equiaxial em condições de baixa gravidade.
Objectivos científicos e conceito para MEDI:
Objetivos: Investigar, caracterizar e validar modelos para:
  • Único crescimento dendrite equiaxial e interação múltipla dendrite equiaxed em 3D e in-situ
  • Realizar experimentos de microgravidade para evitar a convecção de fusão e sedimentação de cristal
  • Identificar efeito da gravidade em comparação com referência a experiências em terra
Conceito experimental:
  • Diminuir gradiente térmico e refrigeração taxa para obter um crescimento puramente equiaxed
  • Determinar campo de temperatura por termopares
  • Determinar a densidade dendrite equiaxial no tempo (imagem panorâmica)
  • Determinar única orientação 3D dendrite equiaxial espaço e taxa de crescimento (detalhe da imagem) em
Determinar o efeito da interação de (alguns) cristais adjacentes morfologia e velocidade (detalhe da imagem) em

MEDI Teams na campanha:

ACCESS eV: Dr. Lazlo Sturz, Dr. Gerhard Zimmermann Airbus DS: Burkhard Schmitz, Andreas Stein, Stefan Feldmann SSC: Mikael Inga

RADIAÇÃO 13 - BIM-3

O MÓDULO BIM-3 EXPERIÊNCIA


Esrange Space Center - a hotspot above the arctic circle  --  A film presenting the Swedish space center.


BIM-3 casas de dois experimentos de plantas biológicas, gramat e SPARC.Os experimentos usa uma pequena erva daninha comum Arabidopsis thaliana (Inglês: agrião Tale, sueca: Backtrav). PI dos experimentos é Pr.Dr.Klaus Palma et al. FRIAS, Albert-Ludwigs-Universität Freiburg. SPARC foi inicialmente introduzido por Pr.Dr. G Scherer da Uni Hannover

Em BIM-3, os mecanismos de crescimento de raízes de plantas são estudados sem a presença de gravidade. No solo, as raízes crescem para baixo, mas o que acontece quando não há "para cima" ou "para baixo"? Voos de microgravidade com plantas tem sido realizada muitas vezes, e neste GRAMAT missão particular é uma experiência para realizar "Isolamento de mRNA para identificar a expressão do gene gravidade relacionadas", e tópico SPARC é "A Specialized fosfolipase A, e relocalização em auxintransporting células em microgravidade "

O módulo contém um experimento plataforma experimento com temperatura controlada com 36 células de cultivo com camas de agar e sementes, 18 para GRAMAT e 18 para SPARC. Além disso, células de referência 12 no chão complementar o experimento. Quatro configurações diferentes constituem cada um dos dois experimentos: microgravidade, referência Zero-time, 1g de referência e referência de terra. Cada configuração de amostras é quimicamente fixados a um tempo pré-definido, que representa o estado actual das plantas. Ao comparar as quatro configurações, as conclusões podem ser derivadas.

A preparação das células experimentar com as plantas é um processo extenso que começa vários dias de antecedência, como as plantas precisa ser cultivada 5 dias antes pronto para execução experimento. O ciclo de cultivo também inclui a implementação de um regime de dia / noite que deve ser mantida durante toda a preparação e execução experimento.

Equipes de campanha 3 BIM-:

Uni Freiburg: Pr K Palme, Dr. Franck Ditengou, Dr. Wang Hui, Hanna LasokESA-Estec: René Demets, Antonio Verga RUAG: Paolo Dainesi, Rafael Pennese, Gilles Nicola, Sebastien Cassagne SSC: Alf Vaernéus, Jianning Li, Kenneth Henriksson



MASER 13 - CDIC-3

O MÓDULO CDIC-3 EXPERIÊNCIA

CDIC-3 casas a experiência CHYPIE-Marche, de PI Dr A De Wit da ULB, Bruxelles. Directamente envolvido na exploração experimento são Pr. M Hauser da Uni Magdenburg e Pr. D Horváth da Uni Szeged. 

CHYPIE-Marche é uma experiência de fluido, onde uma reacção química pode ser accionado de uma mistura fluida (arsenoso-ácido-iodato) homogéneo por um pulso curto electrónico, o que resulta em uma propagação da frente química nas células recipientes de fluidos.

As células contêm 10 ml e 5 ml de fluido e são iluminados por luz laser e LED e observou-se uma calha de Fourier-transform sistema óptico por quatro câmaras de alta resolução.

As imagens são armazenadas on-board, mas também transmitido ao solo em formato compactado, como os recheios automáticos das células têm de ser completados por comandos manuais de enchimento por parte dos membros da equipe científica.

Foto: CDIC-3 equipes do SSC, Techno System, DTM, ESA e da Universidade de Szeged


CDIC-3 equipas na campanha:

Uni Szeged: Pr. Dezsö Horváth, Ágota Tóth, estudantes de PhD Peter Baba, Eszter Tóth-Szeles  Uni Magdenburg: Pr. Marcus Hauser Technische Universität Dresden: Kerstin Eckert Université Libre de Bruxelles: Anne De Wit Université Paul Sabatier: Véronique Pimienta ESA-Estec: Dr Balázs TóthDTM, Modena: Davide Santachiara, Martino Pinelli, Marco Cavazzuti Techno Sistemas Pozzuoli-Nápoles: Daniele Titomanlio , Maurizio De Nino, Rafaele Ascolese, Daniele Petrone TBD SSC: Michael Lundin

MASER 13 - XRMON-SOL

O XRMON-SOL EXPERIÊNCIA DO MÓDULO

O módulo XRMON-SOL irá executar uma única experiência de solidificação de uma liga de alumínio-cobre pré-seleccionado sob condições de microgravidade. O experimento foi concebido e irá ser administrado, pelo University College Dublin, Irlanda, - Investigador Principal: Prof. David Browne, UCD Escola de Mecânica e Engenharia de Materiais - como parte da ESA patrocinou MAP, XRMON.
A experiência consiste em um forno cuidadosamente desenvolvido isotérmica (XRMON-Sol), concebido especificamente para solidificar as amostras à base de alumínio, sem qualquer influência de gradientes de temperatura aberrantes. A composição da amostra escolhida para o vôo é um grão Al-Ti-B refinado Al-Cu 20% em peso. O processo de solidificação é observado em tempo real usando in situ X-radiografia, com imagens ao vivo transmitidas para a sala de controle durante o vôo, permitindo que os cientistas para acompanhar e interagir com o processo de solidificação em todo microgravidade. Imagens e dados são armazenados a bordo e serão recuperados para análise após o voo.
Ao remover a influência da gravidade, durante a solidificação, os resultados da experiência vai aumentar ainda mais a nossa compreensão dos processos de solidificação, proporcionando validação experimental valioso para modelos matemáticos e sofisticados de cálculo de solidificação.Consequentemente, os modelos mais precisos de solidificação liderança para a produção de mais complexa, de maior qualidade, componentes fundidos com propriedades mecânicas superiores, eliminando o desperdício e reduzindo o consumo de energia.

Al-liga 20wt% Cu, grãos refinados com 0,1% em peso Al-Ti-B (5/1) liga principal, solidificou no chão usando o XRMON-SOL Isothermal Furnace a uma taxa constante de resfriamento de -0,05 K / s durante a inicial regime de crescimento, o aumento a uma taxa de -1,0 K / s para as fases finais de solidificação

Equipes XRMON-Sol na campanha:

University College de Dublin: Dr A Murphy, Prof D Browne ESA-Estec: Neil Melville Antonio Verga SSC: Ylva Houltz, Christian Lockowandt, Jianning Li, Kenneth Henriksson

MASER 13 - FOTOS DE PROJETOS

FOTOS DA RADIAÇÃO 13 PROJECT  --    7 minutos 19 segundos antes do lançamento! (Teste de simulação de voo)


Kenneth J Henriksson umbilcals atribui ao módulo de experiência biológica

A carga empilhada alcançando o teto



CDIC-3 equipe (equipe ESA Ciência, SSC, TSD, DTM)

  ESA Ciência equipe e SSC goza testa XRMON-SOL

 ESA inspecionar o módulo de XRMON-SOL

CDIC-3 membro da equipa científica realizando célula enxaguar

CDIC-3 equipe científica realizando experimentar preposation líquido

Engenheiro SSC instalar 3 BIM-tardio Acesso Unidade, que contém as amostras da experiência

Integração de dispositivos CDIC-3 módulo

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SSC svensk presentation
Svenska rymdkoncernen SSC arbetar globalt med tjänster och produkter för rymdverksamhet.