sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Operação Barreira XV -- Foguete de Treinamento Básico (FTB)

             Lançamento do FTB do CLBI - 15/10/2015

Operação Barreira XV

DESCRIÇÃO DA CAMPANHA

Operação: Operação Barreira XV
Foguete:  Foguete de Treinamento Básico (FTB)
Numero do vôo do foguete: 33
Data de lançamento: 15/10/2015
Horário: Não divulgado
Local:  Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI)
Apogeu do vôo:  35 km
Alcance horizontal: 17 km
Tempo de vôo:  Não Divulgado
Objetivo:  Além de fazer uma sondagem climática, realizar o treinamento da capacidade operacional do Centro e das equipes envolvidas, bem como testar em voo este foguete para sua futura qualificação espacial.

Resultado:  Lançamento exitoso

Experimentos Embarcados:

- Não houve

Instituições Envolvidas:

AEB - Agência Espacial Brasileira
DCTA - Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial
CLBI - Centro de Lançamento da Barreira do Inferno - Natal-RN
CLA - Centro de Lançamento de Alcântara - Alcântara-MA
IFI - Instituto de Fomento e Coordenação Industrial
AVIBRÁS - Avibrás Indústria Aeroespacial S/A

Lançamento do Foguete FTB
Operação Barreira XV – 15/10/2015

Durante a realização do “VI Simpósio Internacional de Climatologia (SIC)”, evento promovido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), foi realizado no dia 15/10 o lançamento exitoso do trigésimo terceiro protótipo do Foguete de Treinamento Básico (FTB), como parte integrante das atividades da “Operação Barreira XV”, lançamento este ocorrido do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Parnamirim (RN).

Esta foi à terceira campanha de lançamento de foguetes realizada no Brasil em 2015 e as atividades desta campanha tiveram o objetivo de fazer uma sondagem climática da região, bem como realizar o treinamento da capacidade operacional do Centro e das equipes envolvidas, além de dar sequencia aos testes de voo deste foguete visando à sua futura qualificação espacial.

“A ideia principal é fazer o treinamento operacional das nossas equipes, estamos com radares recém-modernizados, também estamos checando  se está tudo certo. Juntamos esse acontecimento com o simpósio de climatologia para que a gente desse a oportunidade aos participantes de visualizarem um lançamento a partir do nosso centro", disse o diretor do CLBI, o Cel. Maurício Lima de Alcântara.

Ainda de acordo  o coronel, o projétil caiu a uma distância média de 17 quilômetros do local de lançamento e chegou à altura de 35 quilômetros.

“Não temos em Natal a tecnologia para colocar um sensor no espaço de carga útil. Mas como o foguete consegue fazer uma sondagem, que é para conhecer o comportamento naquele instante, da atmosfera e para a climatologia isso é fundamental”, disse o climatologista Darlan Martines, que esteve presente durante o lançamento do foguete.

Vale dizer que o foguete FTB mede 3 metros, pesa 80 quilos, foi desenvolvido pela empresa brasileira Avibrás, e sempre é posicionado de modo a cair no mar, evitando assim possíveis acidentes.

O lançamento foi acompanhado por 100 convidados (grupo formado por estudantes, pesquisadores e oficiais da Força Aérea Brasileira) participantes deste simpósio que reuniu especialistas brasileiros e estrangeiros para debaterem as “Vulnerabilidades Climáticas do Brasil no Século XXI”.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Saiba Mais Sobre o SISNAV e o SISMI, Uma das Cargas Uteis da Missão do SARA em Novembro

                                    O SISMI em teste no LINCS do IAE

Durante a realização do “VIII Simpósio Brasileiro de Engenharia Inercial”realizado de 16 à 18/06 deste ano no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP), foi apresentado pelo pesquisador Fausto O. Ramos do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE)um interessante relato em inglês intitulado “History and Current Status of SISNAV: A Brief Report” que, como o título já diz, trata-se de um breve relato histórico sobre o desenvolvimento do SISNAV (Sistema de Navegação do VLS-1) e de seu atual estágio de desenvolvimento.

planned:


 x    x    Vxx      VS-40      xx.xx.201x  *     (CLA)      SARA-Sub 1
 x    x    Vxx      VS-40      xx.xx.201x  *     ?          SARA-Sub 2

Alcantara Space Center (CLA), Brazil

Bom leitor, o que me chamou mais atenção entre tantas informações interessantíssimas e históricas neste breve relato do pesquisador do IAE foi que, além do SISNAV o instituto está desenvolvendo outro equipamento inercial denominado SISMI (Sistema de Medição Inercial) que será lançado agora em novembro como uma das cargas úteis tecnológicas abordo do VS-40M, mais precisamente dentro do SARA Suborbital-1.

                                                  
                                 VS-40 [IAE]
        
VersionStage 1Stage 2
VS-40S-40TMS-44
                            

É verdade leitor que durante a entrevista do gerente do Projeto SARA, o Mj. Élcio Jerônimo de Oliveira, em maio deste ano, o militar da FAB já havia confirmado o lançamento  nesta missão de um protótipo de uma unidade inercial desenvolvida pelo IAE. Informação esta confirmada também em uma segunda entrevista para o site do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) este mês  e em outras notas exibidas em outros sites, mas até então não tínhamos qualquer detalho sobre este equipamento.


SATÉLITE SARA JÁ ESTÁ NO CENTRO de LANÇAMENTO de ALCÂNTARA no MARANHÃO

Brasília, 22 de outubro de 2015 – A segunda remessa de equipamentos para a Operação São Lourenço, na qual se realiza a primeira missão de desenvolvimento do Satélite de Reentrada Atmosférica (Sara), está prevista para chegar hoje (22) ao Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.

Uma primeira parte do material chegou ao CLA na segunda-feira (19) a bordo de uma aeronave C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB). Parte das equipes do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) envolvidas na operação também chega hoje ao Centro.

O Sara é um projeto de cápsula para realização, a baixo custo, de experimentos no espaço. Na sua versão final, uma unidade poderá ser recuperada e reutilizada várias vezes com experimentos diferentes. O projeto compreende o desenvolvimento de uma plataforma espacial para experimentos em ambiente de microgravidade destinada a operar em órbita baixa, circular, a 300 km de altitude, por um período máximo de 10 dias e está previsto para ser executado em quatro fases, sendo duas suborbitais e duas orbitais.

A primeira fase compreende a obtenção das informações dinâmicas do módulo do Sara Suborbital durante o voo suborbital e a reentrada em voo de curta duração a bordo do veículo VS-40M. Neste veículo, o segundo estágio é inerte para diminuir a distância até a área de impacto e otimizar as atividades de resgate no mar.

Na segunda etapa há a obtenção de informações dinâmicas adicionais durante o voo suborbital e reentrada do Sara Suborbital 2, ao qual serão incorporados melhoramentos em relação ao Sara Suborbital. Este engenho será lançado a bordo de um foguete VS-40M, com os dois estágios funcionais.

As fases três e quatro compreendem o lançamento do Sara Orbital para coleta de informações e dados oriundos de ambiente espacial relevante. Dependendo das análises futuras poderão ser utilizados o Veículo Lançador de Satélites (VLS-1) ou o Veículo Lançador de Microssatélites (VLM) para estas missões.

Lançamento – Os subsistemas do Sara Suborbital serão verificados em um voo suborbital programado para a segunda semana de novembro próximo, em campanha denominada Operação São Lourenço.  Esse artefato pesa cerca de 350 kg e será lançado a bordo de um VS-40M, a partir do CLA, com a finalidade de realizar testes de curta duração (cerca de oito minutos) e verificação dos subsistemas.
Ele tem dimensões de 1000 mm de diâmetro na base e 1800 mm de altura (eixo principal), massa de 290 kg, sistema de controle de rotação a gás frio, coifa com proteção térmica para a reentrada atmosférica, estrutura interna em fibra de carbono, além de uma complexa rede elétrica que mantém seu funcionamento em toda a missão.

Nesse primeiro voo serão realizados testes funcionais do módulo propriamente dito e de dois protótipos que estão embarcados, sendo um GPS desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e uma unidade de medidas inerciais desenvolvida no IAE.
Coordenação de Comunicação Social (CCS-AEB)
Foto: Divulgação/DCTA – Parte do satélite chegou ao CLA na segunda-feira (19).

BRASILEIROS ESTÃO ENTRE DESCOBRIDORES de PROCESSO de FUSÃO ESTELAR

Brasília, 21 de outubro de 2015 – Grupo de cientistas que incluem brasileiros do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP), descobriu um sistema considerado “super raro” que é composto de duas estrelas ligadas pela força gravitacional, com massas bem superiores à do nosso Sol.
O sistema denominado VFTS 352 foi localizado a cerca de 160 mil anos luz – cerca de 10 bilhões de vezes a distância entre a Terra e o Sol -, numa galáxia vizinha à nossa Via Láctea conhecida como a Grande Nuvem de Magalhães. O artigo sobre o fato foi publicado no The Astrophysical Journal (Volume 812 issue 2 article 102).
De acordo com o astrônomo Leonardo Almeida, atualmente pós doutorando do IAG, trata-se de um sistema binário em overcontato e de alta massa. “Cada estrela tem cerca de 30 vezes a massa do Sol”, estima o cientista, explicando que “o termo overcontato indica que as estrelas já estão uma dentro da outra”. Devido a isso, os pesquisadores acreditam que elas se fundirão formando uma única estrela com a massa combinada de 58 massas do Sol.
Os resultados são baseados em dados do Observatório Europeu do Sul (Very Large Telescope – ESO) e foram frutos do estágio de Almeida no Space Telescope Science Institute e na Johns Hopkins University nos Estados Unidos. “Temos um projeto aprovado para observar esse objeto com o Telescópio Espacial Hubble. Acreditamos que esses resultados serão extremamente interessantes para o público em geral”, acredita o astrônomo. Também participaram da descoberta astrônomos que trabalham nos Estados Unidos, Europa e Chile.
Almeida descreve que os cientistas consideram o sistema como “super raro” porque, na literatura, existem apenas outros três descobertos. “É muito pouco, se considerarmos o número de estrelas conhecidas hoje em dia. VFTS 352 é o mais massivo e o mais quente encontrado até agora, por isso é o mais interessante e importante desta classe”, avalia.
Ineditismo - Segundo o cientista, o fenômeno da fusão de duas estrelas de alta massa numa fase inicial de sua vida nunca havia sido observado. Nesse cenário o sistema descoberto deixará uma estrela de altíssima massa e com alta velocidade de rotação e terminará sua vida numa das explosões mais energéticas e raras vistas no Universo, conhecidas como explosões de raios gamas de longa duração, e isso, o cientista considera como um “futuro emocionante”.
Nessas explosões ocorrem jatos de raios gama direcionados e se algum planeta habitado, com características semelhantes a Terra, estiver na direção desses jatos à uma distância de bilhões de anos-luz, podem ocorrer problemas como, interrupções de sistemas de telecomunicações e destruição da Camada de Ozônio”, avalia Almeida. No entanto, esse fenômeno só ocorrerá em milhões de anos e as chances de o jato estar na direção da Terra é muito pequena.
A observação representa uma grande descoberta para a Astrofísica Estelar. Isso porque, a combinação das medidas feitas para as massas e temperaturas das componentes violam a Teoria Clássica da Evolução Estelar. Isso pode indicar um novo caminho evolutivo para as componentes do sistema, que poderá até evitar a fusão na sua fase inicial.
Assim, esse objeto constitui a evidencia mais concreta de uma teoria super nova para a evolução das estrelas de alta massa. Nesse cenário, VFTS352 terminaria sua vida como um sistema duplo de buracos negros de curto período que é uma fonte intensa de ondas gravitacionais.
Almeida acrescenta que esse tipo de sistema é super importante para o estudo da morte de estrelas de grande massa, as que produzem os átomos com número de prótons múltiplos de 4 (elementos alfa), entre eles o oxigênio. O grupo tem mostrado que a maioria, cerca de 70% dos sistemas binários de alta massa, interagem fortemente e, aproximadamente 24%, sofrerão um processo de fusão ao longo de suas vidas.
Fonte: Agência USP de Notícias
Foto: Divulgação/Very Large Telescope – ESO – Estrelas duplas em processo de fusão.

EMPRESAS DO SETOR AEROESPACIAL SE INTERESSAM POR EDITAL DE APOIO

Brasília, 21 de outubro de 2015 – Representantes da indústria paulista estieveram a semana passada no Parque Tecnológico de São José dos Campos (SP) num encontro, promovido pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em que foram explicados os detalhes do edital Fortalecimento e Qualificação em Manufatura Avançada das Cadeias Produtivas da Indústria Aeroespacial e de Defesa do Estado de São Paulo.
A chamada pública vai destinar R$ 30 milhões – divididos entre as duas instituições – para projetos inovadores voltados para o desenvolvimento de produtos que possam ser inseridos no mercado. O financiamento se destina exclusivamente a microempresas e empresas nacionais de pequeno e médio porte, sediadas no estado de São Paulo, em particular aquelas que atuam no setor de defesa ou aeroespacial.
“Com esse edital, podemos apoiar a indústria num momento importante, quando o produto ou o protótipo está prestes a sair para o mercado. Essa é considerada uma fase crítica, porque é a hora de mostrar a diferença desse produto em relação aos concorrentes”, comentou Douglas Eduardo Zampieri, membro da coordenação adjunta de Colaborações em Pesquisa e da coordenação da área de Pesquisa e Inovação da Fapesp.
Os projetos devem atender a uma das áreas contempladas no edital: materiais compósitos, medição, ferramental, automação, montagem, materiais metálicos, processos especiais e cambagem.
Especificidade – A chamada é voltada para empresas que estão com projetos em fase de desenvolvimento industrial e comercial do produto. “É importante ressaltar que esses recursos não são para financiar propriamente a produção e comercialização. Mas para a criação de novas tecnologias, conhecimento, melhorar a qualidade do produto ou sua viabilidade técnica”, esclarece Zampieri.
Segundo José Zeno Fontana, da Finep, o Programa de Subvenção é voltado para uma fatia do setor industrial que ficava de fora de linhas de financiamento em função das exigências de contrapartida. “As empresas pequenas, o empreendedor, não têm condições de arcar com as garantias e muitas vezes não têm uma situação financeira líquida que permita ao empresário pedir um financiamento reembolsável. Esse programa veio para desatar esse nó. É um programa de subvenção”, sublinhou Fontana.
Uma das características do edital é não exigir titulação do proponente. A avaliação leva em conta sua experiência profissional e competência técnica.
A proposta deve indicar um pesquisador responsável que dedicará no mínimo 30 horas ao projeto, o que deve ocorrer na sede da empresa. “É bem-vinda a relação com institutos de pesquisa e universidades, mas o projeto tem que ser desenvolvido no espaço físico da empresa. É esperado um comprometimento do proponente: o uso da área física, de laboratórios, máquinas e funcionários da empresa são considerados uma contrapartida”, adiciona Zampieri.
As propostas precisam ser enviadas pelo correio até 27 de novembro próximo. Solicitação de mais informações sobre o edital pode ser encaminhada para o e-mail chamada_pappe_subvencao_man@fapesp.br .


Fonte: Agência Fapesp

IAE Inicia a Operação São Lourenço



Teve início hoje, dia 22 de outubro, a Operação São Lourenço, com o embarque das equipes e dos equipamentos e carga, para o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.
A Operação SÃO LOURENÇO atende ao Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE) e tem o objetivo de realizar o lançamento do foguete de sondagem VS-40M V03, a partir do CLA, dentro do envelope de trajetória planejado e portando uma carga útil denominada plataforma espacial SARA (Satélite de Reentrada Atmosférica), do IAE, a fim de testá-la em voo suborbital, com equipamentos embarcados deste Instituto e da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), de forma a permitir a realização de experimentos e assegurar a transmissão e recepção das medidas realizadas durante o voo para qualificação de sistemas do veículo e da carga útil. 
O principal experimento embarcado é uma plataforma inercial denominada SISMI que é uma versão simplificada da plataforma SISNAV (Sistema de Navegação a ser embarcado comoexperimento no próximo voo do projeto VLS-1, denominado VSISNAV), com dimensões reduzidas em relação à SISNAV.
O experimento da UFRN (Receptor GPS para Aplicações Espaciais), com desenvolvimento em cooperação com o IAE, tem como função básica informar com precisão a posição e a velocidade de um foguete ou satélite no espaço. 
Sua principal inovação é a incorporação de certas características, principalmente de software, que não estão presentes em receptores disponíveis comercialmente, como a capacidade de funcionar em elevadas altitudes e em altas velocidades sem perder o sincronismo com o sinal recebido da constelação de satélites GPS.
 A fabricação, integração e testes do experimento GPS são feitas atualmente pelo IAE, sendo que o mesmo já foi ensaiado com êxito em diversos voos realizados no Brasil.
Na mesma Operação será lançado e rastreado um foguete FTI, com uma carga útil tecnológica, com a finalidade de treinamento operacional, verificação e aprovação dos meios de lançamento e de rastreio.
Toda a Operação SÃO LOURENÇO será realizada com o apoio da AEB e com o envolvimento de diversas organizações do Comando da Aeronáutica, da empresa CENIC (contratada pela AEB para participar do projeto SARA), e de especialistas do DLR da Alemanha,
estes atuando como suporte técnico, nas áreas de telemedidas e de terminação de voo.
#Partiu São Lourenço!!!!


terça-feira, 20 de outubro de 2015

SEGUNDO LANÇAMENTO DE O-MEMBROS REALIZARAM COM SUCESSO!

20 de outubro de 2015

Segundo lançamento de O-MEMBROS carga em 2,5 semanas!
Na segunda-feira, 19 de outubro no LT 16:09 (14:09 UTC), O-MEMBROS # 2 foi lançado a partir de Esrange.
Foi o segundo lançamento de O-Unidos em 2,5 semanas.
O voo foi nominal e chegou a uma altitude de 243,6 km.
A recuperação será realizada na terça-feira de manhã.
Leia mais sobre a campanha O-MEMBROS em:

Foguete VS-31-IO V02 é lançado na Suécia com sucesso



Ontem às 16:09 h (horário local) no Centro de Lançamento de Esrange (ESC), Suécia, foi lançado o VS-31/IO V02 com a carga útil QStates 2 (206 kg). O apogeu foi de 243,6 km e alcace de 71 km, como previsto. As condições científicas estavam perfeitas, os dados foram transmitidos e  a carga útil recuperada.


Informo o lançamento exitoso do foguete VS-31/Orion da“Operação O-STATES (O-STATES-2)”, lançamento este ocorrido daBase de Esrange, na Suécia.Segundo o que foi anunciado, este segundo lançamento foi realizadoàs 16:09 horário local, tendo atingido o apogeu de 243.6 km de altitude.

Vale lembrar que a Operação O-STATES (Oxygen Species and Thermospheric Airglow in The Earth's Sky) é uma das três missões previstas (as outras são a SPIDER e a LEEWAVES) para serem realizadas com foguetes brasileiros desta base sueca nos próximos meses, todas elas financiadas pelo Swedish National Space Board (SNSB).

Em breve o Blog publicará o relatório desta missão com os dois voos desta operação. Vale dizer também que a próxima missão da lista será a “Operação MASER 13”, prevista para ocorrer em novembro próximo, quando então será utilizado o foguete VSB-30.



O-MEMBROS RSS


Espécies de Oxigênio e termosféricos Airglow no céu da Terra

Esta será a primeira missão do foguete no âmbito do novo programa de balão e foguete nacional sueco. O-Membros irão transportar uma carga útil de sensores ópticos e elétricos, para detecção de oxigênio em seus diferentes estados, para entre 80 e 240 km. Este é estender a compreensão dos mecanismos na atmosfera superior e caracterizar técnicas de sensoriamento remoto.

A investigação será realizada utilizando um foguete de dois estágios (S31 / Orion melhorado).
Duas cargas idênticos será lançado neste período em condições opostas geo-magnética para estudar a airglow banda atmosférica.
Amanhecer em 2 de outubro em 05:39 UTC, um lançamento bem sucedido da carga útil O-Membros teve lugar a partir de Esrange Space Center. O foguete atingiu uma altitude de 246 km eo impacto teve lugar a leste da aldeia de Pulsujärvi dentro da área Esrange Impacto. Os cientistas têm recebido dados e estão agora a começar o processo de análise. A recuperação começa como assim que o tempo permitir. A área é atualmente nublado com pouca visibilidade e queda de neve. Antes da Próxima lançamento da carga útil será remodelado. O plano é lançar a carga novamente em about10 dias

SSC é contratado para a missão
SSC é além fornecendo
  • Gerenciamento de projetos
  • Sistemas de serviços
  • Integração Instrumentação
  • Integração de sistemas e testes
  • Serviço de lançamento (Eurolaunch)
  • Operações
PI é o Prof. Jörg Gumbel do Departamento de Meteorologia da Universidade de Estocolmo (MISU) O Departamento de Meteorologia da Universidade de Estocolmo (MISU), Instituto de Sistemas Espaciais da Universidade de Stuttgart (IRS) e Universidade Técnica de Graz (TUG) estão fornecendo os instrumentos científicos .

informações gerais

Local de lançamentoEsrange Space Center
Data de lançamento
Primeiro lançamento de carga em 
02 de outubro no 5:39 UTC
Segundo lançamento de carga em
02 de outubro em 14:09 UTC
Fundado porSNSB

Informação técnica

Tipo de fogueteS31 / Orion Improved
Nominal
diâmetro payload
14 polegadas
Nominal
carga 
de peso
~ 205 kg
Apogeu~ 240 km

Pessoa de contato

Krister Sjölander, gerente de Projetos, (SSC)krister.sjolander@sscspace.com
Mark Smith, Gerente de Projetos para as instalações de lançamento (SSC) mark.smith@sscspace.com