sexta-feira, 10 de julho de 2015

História do VLS-1 - Fabricante IAE/DCTA - BRASIL

O VLS-1 começou a ser desenvolvido em1985 e já passou por dois testes em voo em 1997 e em 1999.
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O Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA) desenvolveu, a partir de 1966 uma família de foguetes de sondagem da série Sonda.
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O aperfeiçoamento crescente da tecnologia espacial permitiu o desenvolvimento do VLS, em que o primeiro estágio é constituído de quatro propulsores iguais, do tipo de S-43, que operam simultaneamente e é similar ao primeiro estágio do foguete Sonda IV, foguete pertencente à última série da família Sonda.
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O propulsor do segundo estágio é idêntico ao do primeiro estágio, a menos da sua tubeira móvel. O propulsor do terceiro estágio é do tipo S-40, também equipado com tubeira móvel e é oriunda do primeiro estágio do foguete Sonda IV. O propulsor S-44 do quarto estágio foi construído com fibra de carbono, possui tubeira fixa e é o responsável pelo último incremento de velocidade e que injeta o satélite em órbita.
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O veículo dispõe de baia de equipamentos para acomodar sistemas para o basculamento do veículo, controle e guiamento, rolamento do quarto estágio, equipamentos de bordo tais como transponder, telemetria, teledestruição, etc.
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Com capacidade para colocar satélites de até 350 kg em órbitas baixas (de 250 a 1000 km), o VLS-1 permitirá a consolidação de tecnologia indispensável à satelização de engenhos espaciais de significativa importância para o país.
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Voos

Foram previstos quatro voos de qualificação antes do foguete estar considerado apto a participar mais ativamente do programa espacial. Três foguetes foram produzidos entre 1997 e 2003, porem na pratica só dois voaram.
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VLS-1 V4 - O IAE e o CTA realizaram vários testes nos diferentes estágios do foguete VLS a fim de qualificá-los de maneira independente, tendo o primeiro teste de qualificação sido executado, com sucesso, em outubro de 2008

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Em 2010 foi lançado com sucesso um foguete experimental com apenas os dois primeiros estágios, denominado VLS-1B, porém sem carga útil.
Depois da explosão do último foguete na base de lançamento o Brasil recriou um foguete totalmente revisado.
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Foram gastos mais de 3 milhões de dólares para que a Agência Espacial Russa apontasse falhas.
Em 2016 será lançado o foguete completo com um satélite ainda a ser definido
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Montagem do foguete


As partes do VLS-1 como motores, baia, coifa, são montadas no Centro Técnico Aeroespacial (CTA), em São José dos Campos no estado de São Paulo, e transportadas, por avião, em containers, para o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), que são depositados no hangar de preparação do veículo.
Após inspecionadas, as partes são transportadas para a plataforma de lançamento e montadas com o auxílio daTorre Móvel de Integração (TMI) a qual possui, na sua parte superior uma sala limpa, que permite a montagem final do satélite e o fechamento da coifa.
Após os testes finais, no processo de preparação para o lançamento, a TMI é deslocada sobre trilhos e o foguete fica pronto para o lançamento. Na fase final do processo de preparação os testes são controlados a partir da casamata e o lançamento a partir do Centro de Controle. O CLA conta com equipamentos de telemedidas, de rastreamento e de meteorologia, dentre outros, para o acompanhamento e avaliação do voo.
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Características do foguete VLS

É um veículo lançador de satélites que utiliza motores-foguetes carregados com propelentesólido do tipo composite (perclorato de amônio,alumínio em pó e polibutadieno) em todos os estágios, com capacidade para colocar satélitesde até 350kg em órbitas baixas que variam de 250 a 1000 km e com várias possibilidades de inclinações quando lançado do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).
  • O VLS-1 é composto de sete grandes subsistemas:
Primeiro estágio (quatro motores), segundo estágio, terceiro estágio, quarto estágio, coifa ejetável, redes elétricas e redes pirotécnicas.
As suas principais características são:
  • - Número de estágios: 4
  • - Comprimento total: 19,7 m
  • - Diâmetro dos propulsores: 1 m
  • - Massa total: 50 T
  • - Massa de propelente do 1º estágio: 28,6 T (4 propulsores S 43)
  • - Massa de propelente do 2º estágio: 7,2 T (1 propulsor S 43)
  • - Massa de propelente do 3º estágio: 4,4 T (1 propulsor S 40)
  • - Massa de propelente do 4º estágio 0,8 T (1 propulsor S 44)
  • - Carga útil (média): 200 kg
  • - Órbita média: 750 km
  • - Propelente Sólido Perclorato de Amônio, Polibutadieno e Alumínio pó.
Os quatro motores do primeiro estágio têm cerca de nove metros de altura. No total, o VLS tem 19,4 m

Veículo Lançador de Satélites - Fabricante IAE/DCTA - BRASIL

O Veículo Lançador de Satélites ou oVLS é um modelo de foguete desenvolvido no Brasil com a finalidade de colocar satélites na órbita da Terra.
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 Este foguete teve como base componentes desenvolvidos sobre a tecnologia empregada nos foguetes da família Sonda.
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Estes foguetes foram e devem continuar sendo lançados à partir do Centro de Lançamento de Alcântara, situado no estado do Maranhão.
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História do VLS-1

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Projeto Espaço IONOSAT-MICRO da UCRÂNIA

IONOSAT-MICRO é uma primeira etapa da missão IONOSAT dedicado ao monitoramento global multi-ponto de processos dinâmicos na ionosfera. A missão IONOSAT em ​​si está previsto para ser realizado em 2015-2016 com a ajuda de três satélites em órbitas baixas da Terra coordenados ( LEO). IONOSAT-MICRO é o projeto precursor programado para o lançamento , em 2013 a bordo ucraniano Microsat micro-satélite com o objectivo de testar os postulados científicos da missão IONOSAT e coleta preliminar de dados espaciais relacionados (órbita Microsat provisório é LEO polar, J500 km, TBD mais tarde) . O principal objetivo do projeto IONOSAT-MICRO é o estudo das seguintes formações na ionosfera:
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- Espaço-temporal estrutura e distribuição global de falta de homogeneidade na atmosfera neutra e ionosfera; 
- estrutura global e dinâmica de correntes quase-estacionários elétricos, campos elétricos e magnéticos; 
; - estruturas de ondas e turbulências em diferentes escalas espaciais e temporais 
experimentos síncronos com chão - instalações de apoio - os ativos e passivos.
Para realizar tal pesquisa, a carga útil científica do Microsat tem de fornecer as medições dos seguintes parâmetros:
- Gás neutro e plasma parâmetros - concentrações, temperaturas;
- Vetores de DC-ELF-VLF campo eletromagnético e ELF-VLF plasma flutuações atuais (formas de onda);
- o conteúdo elétron Total (TEC);
- espectro de ondas de plasma da ionosfera.
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. Motores a gás para isso, astro-sensor de precisão (permitindo determinação de atitude dentro de 0,01 graus.), E banda scanner de sensoriamento remoto de infra-vermelhos estão previstas para instalar a bordo.Informações detalhadas sobre a missão será preparado após a clarificação final da composição da carga útil e equipe internacional de formação os participantes do projeto
O esboço inicial de Microsat sonda (SC) é dada abaixo. Seus sistemas de serviços têm de fornecer:
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- Determinação GPS de posicionamento SC com o erro sobre E20 m; 
- SC controle de atitude dentro de 5 graus .; 
- SC determinação de atitude com o erro não mais do que E0.2 deg.
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CB "Yuzhnoye" começa a desenvolver uma nova nave espacial.
Como o "Komsomolskaya Pravda na Ucrânia", CB "Yuzhnoye" assinou um contrato com a Agência Espacial Nacional da Ucrânia. Os designers irão desenvolver um satélite de 200 kg, Ciência e Tecnologia "Microsat." 
O contrato é de 23 milhões de hryvnia, que serão pagos a partir do orçamento do Estado. O primeiro "Microsat" ucraniano instalar o equipamento japonês . 
"Vai ser semelhante ao nosso satélite anterior" Sich-2 ", mas é funcionalmente máquinas diferentes, disse o chefe do centro de informações liga GKB" Yuzhnoye "Yuri Moshnenko. No "Microsat" será experiências tecnológicas e científicas no espaço. " 
Também instalado no equipamento "Ionosat-Micro" irá explorar a ionosfera, clima espacial, diagnosticar e catástrofes naturais e provocadas pelo homem. 
O satélite está prevista a criação até 2013. Oferecido que tudo ficará bem, em novembro de 2013 que vai lançar em órbita a partir do Cosmódromo de nova Alcântara Brasileira no foguete portador "Cyclone-4" (que, aliás, também é desenvolvido em Dnipropetrovsk).

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O programa científico do complexo irá incluir um conjunto com observações simultâneas o satélite e o chão. 
"O instrumento irá medir a concentração de electrões em diferentes altitudes na ionosfera. Este é um dos indicadores do estado da ionosfera. próprios são medições separadas dizem pouco, mas eles são usados ​​em combinação com outros dados, incluindo por satélite, "- disse o assistente do Instituto de Magnetismo Terrestre, Ionosfera e Propagação de Ondas Rádio nome (IZMIRAN), que cria o dispositivo. 

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Como esperado, o satélite "Microsat", juntamente com outras espaçonaves será lançado pelo foguete transportador ucraniano "Ciclone -4 ", o primeiro lançamento está previsto para o final de 2013 a partir do Cosmódromo de Alcântara (Brasil). 
Posteriormente, com base na experiência adquirida ao trabalhar com um "Ionosat-micro", os cientistas ucranianos estão planejando a criação de três especializada satélite "Ionosat" que irá monitorar a ionosfera e pode ajudar a prever o clima espacial, em particular, as tempestades magnéticas.

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Link  para  fonte  de  dados da pesquisa.
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http://www.geocities.jp/semsweb/Ionosat-micro.html

Dilma diz que cúpula de Ufa consolida Brics e destaca parceria com a Rússia na área espacial

Prioridades na relação bilateral com a Rússia são adesão à missão Aster e a cooperação comercial e na área de parceria sobre lançamento de satélite.
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A presidenta Dilma Rousseff congratulou, nesta quarta-feira (8), o presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin, pela organização da 7ª Cúpula dos Brics, afirmando que esse é um momento especial, quando Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul assinarão a conclusão do processo de ratificação do Tratado para o Estabelecimento de um Arranjo Contingente de Reservas dos Brics (CRA), que entrou em vigor na semana passada.
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-“Eu acho que esse é um momento especial nessa 7ª Cúpula, porque consolida-se o Grupo Brics”, disse a presidenta, durante reunião bilateral com Putin na cidade de Ufa, local do encontro e capital da República do Bascortostão.
Sobre a relação Brasil-Rússsia, Dilma destacou que a área de ciência e tecnologia, recordando que, em 2004, foi estabelecida uma parceria estratégica nesse setor entre o governo russo e o governo brasileiro, E que, desde então, esse tema tornou-se um dos elementos propulsores da parceria entre os dois países.
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“Para nós, são prioridades importantes, na nossa relação bilateral, a adesão à missão Aster; a cooperação comercial e na área de parceria sobre lançamento de satélite”, enfatizou. A primeira Missão Brasileira de Espaço Profundo (Aster) é um projeto multi-institucional da Agência Espacial Brasileira (AEB). A presidenta acrescentou que o ministro brasileiro da Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, está participando da visita à Rússia, buscando aproximar as áreas científicas brasileira e russa.
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Dilma Rousseff acrescentou que Rússia e Brasil devem desenvolver o comércio bilateral, que tem potencial de crescimento. “Nós devemos continuar trabalhando para atingir a meta dos US$ 10 bilhões no fluxo do nosso comércio”.
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E destacou que a área da infraestrutura brasileira representa uma grande oportunidade de investimento. “Nós temos também grande interesse em ampliar os nossos investimentos recíprocos. O Brasil tem agora uma oportunidade ímpar, com o seu plano de investimento em logística, de atrair empresas russas, que são grandes especialistas, tanto em portos como em ferrovias”.
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A presidenta lamentou não ter ido à Rússia durante a comemoração dos 70 anos da vitória sobre os nazistas, celebrada em maio deste ano.
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segunda-feira, 6 de julho de 2015

FOGUETE VS-40 - Função : Foguete de sondagem - Fabricante : Instituto de Aeronáutica e Espaço

VS-40 (Foguete Suborbital VS-40) é um foguete de sondagem Brasileiro movido a combustível sólido.

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lançamento bem sucedido do foguete brasileiro VS-40M da "Operação SHEFEX II" realizada em conjunto pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Brasil e pelo Centro Aeroespacial Alemão (DLR) da Alemanha
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 estabilizado aerodinâmicamente, composto por um primeiro estágio com o motor S40TM (4,200 kg) e o segundo estágio com o motor S44M (810 kg) 

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lançamento bem sucedido do foguete brasileiro VS-40M da "Operação SHEFEX II" realizada em conjunto pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Brasil e pelo Centro Aeroespacial Alemão (DLR) da Alemanha
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  . Esta configuração corresponde aos estágios superiores do foguete VLS-1.

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lançamento bem sucedido do foguete brasileiro VS-40M da "Operação SHEFEX II" realizada em conjunto pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Brasil e pelo Centro Aeroespacial Alemão (DLR) da Alemanha
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Características





  • Comprimento (mm) 6725
  • Massa da carga útil (kg) 500
  • Diâmetro (mm) 1000
  • Massa total de partida (kg) 6,737
  • Massa de combustível (kg) 5,054
  • Massa estrutural (kg) 1,028
  • Apogeu (km) 650   <<<---------------------------------
  • Tempo em microgravidade (s) 760

  • Voos


    • VS-40 PT-01 - "Operação Santa Maria" - 1993/04/02 - Voo de qualificação para o motor S44. 760 segundos em condição de micro-gravidade.

    • VS-40 PT-02 - "Operação Livramento" - 1998/03/21 - caga útilVAP-1 (Fokker).

    • VS-40 / V04 - em desenvolvimento - SARA Suborbital 2 - 2016