domingo, 5 de julho de 2015

Órbitas terrestre que o CYCLONE 4 irá atuar - Uma órbita terrestre baixa (LEO), do inglês Low Earth Orbit)

Órbita terrestre baixa

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                  SPUTNIK 1  - 215 Km da S.T.

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Uma órbita terrestre baixa (LEO), do inglês Low Earth Orbit) é uma órbita em que os objectos, como satélites, se encontram abaixo de 2000 km.
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                Estação Espacial  Internacional  - 340 Km da S.T.

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 Esta região se situa abaixo da órbita terrestre média (MEO) e substancialmente abaixo da órbita geostacionária, mas geralmente entre 350 e os 1400 km acima da superfície da Terra.
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                       Estação Espacial  MIR - 390 Km da S.T.

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 As órbitas inferiores a esta não são estáveis, e serão alvo de arrastamento atmosférico. Os satélites numa LEO viajam a cerca de 27 400 km/h (8 km/s), o que representa uma revolução de cerca de 90 minutos.
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                       Telescópio  HUBBLE - 595 Km da ST

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Os objectos em órbita terrestre baixa encontram gases atmosféricos na termosfera (aproximadamente 80–500 km acima da superfície) ou exosfera(aproximadamente 500 km acima), dependendo do comprimento da órbita.
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VLS - Veículo Lançador de Satélites  - Carga útil para LEO  380 kg (órbita de 750 km)

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Várias órbitas terrestres em escala; o círculo mais interno (em ciano), bem próximo a superfície da Terra, representa a "LEO".
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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Realizou uma conferência de vídeo sobre o estado de implementação do projeto "Cyclone-4"

30 de junho de 2015 realizou uma videoconferência entre as partes ucranianos e brasileiros para tratar  sobre a execução do projeto ucraniano-brasileira "Cyclone-4".
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Do lado ucraniano uma videoconferência realizada HCA Cabeça Oleg Urusky, Brasil - Primeiro Vice-Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil Emilia Maria Silva Ribeiro Kure. Além disso, a reunião teve a participação de representantes do Ministério dos Negócios Estrangeiros e do Fundo do Estado da Ucrânia.
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Os participantes da reunião discutiram a implementação do modo das questões do estado de implementação do projeto ucraniano-brasileira "Cyclone-4" .
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HCA presidente observou que a Ucrânia enviou uma nota ao Ministério das Relações Exteriores do Brasil, com a obrigação de expressar a posição oficial sobre o prosseguimento da execução do projeto ucraniano-brasileira "Cyclone-4".
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Sentinel-2A decolagem ---- Lançamento Orbital

Publicado em 22 de junho de 2015
Replay da decolagem Sentinel-2A em um lançador Vega do Porto Espacial Europeu na Guiana Francesa em 01:52 GMT (03:52 CEST) em 23 de Junho de 2015.
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Sentinel-2A é o segundo satélite a ser lançado para o programa de monitoramento ambiental Copernicus da Europa.
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Concebido como uma constelação de dois satélites - Sentinel-2A e -2B - a missão Sentinel-2 transporta uma ampla faixa de alta resolução imager multiespectral inovador com 13 bandas espectrais para uma nova perspectiva de nossa terra e vegetação.
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 Esta informação será utilizada para práticas agrícolas e florestais e para ajudar a gerenciar a segurança alimentar. 
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Também irá fornecer informações sobre a poluição em lagos e águas costeiras. Imagens de inundações, erupções vulcânicas e deslizamentos de terra contribuir para o mapeamento de desastre e ajudar os esforços de ajuda humanitária.

JAPÃO Desenvolve Satélite para ser Lançado pelo Cyclone-4 no final de 2015

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Nano-JASMINE

Nano-JASMINE ( Nano-Japão Missão Satélite Astrometry para infravermelho Exploração ) é um 35 kg (77 lb) astrometric microssatélites desenvolvidos peloObservatório Astronómico Nacional do Japão . O satélite está programado para ser lançado em uma órbita sincronizada com o Sol .
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Nano-Jasmine é o primeiro satélite astrometric do Japão e está previsto para ser terceiro satélite astrometric do mundo, sendo o primeiro Hipparcos , lançado em 1989 pela Agência Espacial Europeia e do segundo Gaia lançado em 2013 (também pelaESA ). É o primeiro de uma série planejada de três satélites de tamanho crescente: Nano-JASMINE, Pequeno-JASMINE, e jasmim. O satélite observa no infravermelho , permitindo uma melhor observação em direção ao centro da galáxia, e tem um pequeno, espelho primário de cinco centímetros.
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O satélite deve medir posições com precisão comparável à Hipparcos, mas deve ser útil para determinar as posições das estrelas cujas posições atuais são pouco conhecidos devido à incerteza em seu movimento desde a sua medição anterior por Hipparcos. Além disso, a combinação de dados nano-JASMINE com dados Hipparcos deve permitir a determinação da mais precisos movimentos próprios .
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O custo de desenvolvimento do satélite é cerca de 100 milhões de ienes. Ele está programado para ser lançado em 2015 por um Tsyklon-4 foguete da Agência Espacial Brasileira 's local de lançamento em Alcântara , Brasil . O lançamento foi fornecido gratuitamente.
Nano-Jasmine irá incorporar o uso de extração de star-imagem (SIE) para cortar para baixo sobre os dados quantidade enviada
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Segundo notícia publicada dia 28/05 no site ucranianohttp://www.epravda.com.ua , a 

empresa Estado Design Bureau (SDB) Sul, localizada na cidade de “Dnipropetrovsk”, 

ganhou 

o concurso para o desenvolvimento de um microsatélite no valor de US$ 23 milhões no 

âmbito 

do programa “Mikrosat”.
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Ainda segundo a notícia, o microsatélite terá aproximadamente 200 kg (pelo padrão 

internacional adotado no resto do mundo esse seria um minisatélite e não um 

microsatélite) e tem previsão de ficar pronto em 2013, quando então será lançado do 

sítio de lançamento da empresa binacional“Alcântara Cyclone Space (ACS) em 

Alcântara.

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junto com uma carga útil de origem japonesa que muito provavelmente deve ser o 

microsatélite Nano-JASMINE. 

Lembrando que da mesma forma que o satélite japonês, é provável que esse pequeno 

satélite ucraniano seja lançado 

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Vale lembrar também que segundo notícias anteriores de outras fontes, um espaço 

gratuito também foi oferecido pela ACS a Agência Espacial Brasileira (AEB) para colocar 

uma carga útil nesse voo. Acreditamos que AEB, caso tenha aceitado a oferta, esteja 

planejando aproveitar a oportunidade e lançar nessa missão o microsatélite 

universitário ITASAT-1, ou então o Satélite Amazônia 1, mas a nossa aposta é que 

deverá ser mesmo o ITASAT-1.
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 carga útil de origem japonesa que muito provavelmente deve ser o 

microsatélite Nano-JASMINE. 

Lembrando que da mesma forma que o satélite japonês
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Acreditamos que AEB, caso tenha aceitado a oferta, esteja 

planejando aproveitar a oportunidade e lançar nessa missão o microsatélite 

universitário ITASAT-1, ou então o Satélite Amazônia 1, 
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o microsatélite terá aproximadamente 200 kg (pelo padrão 

internacional adotado no resto do mundo esse seria um minisatélite e não um 

microsatélite) e tem previsão de ficar pronto em 2013, quando então será lançado do 

sítio de lançamento da empresa binacional“Alcântara Cyclone Space (ACS) em 

Alcântara.
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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Satélite: MAPSAR (Multi-Application Purpose SAR) a ser Lançado pela ACS

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Nome: MAPSAR (Multi-Application Purpose SAR)
Tipo de Satélite: Satélite radar de abertura sintética – SAR
Previsão de Lançamento: 2015
Local: Centro de Lançamento de Alcântara (CLA)
Foguete Satelizador: Cyclone-4 (provável)

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OBS: O MAPSAR é fruto de uma iniciativa de cooperação entre o INPE e a Agência Aeroespacial da Alemanha (DLR – Deutsches Zentrum für Luft- un Raumfahrt e.V), para o desenvolvimento de um satélite, tendo como carga útil um radar imageador de abertura sintética ou SAR (Synthetic Aperture Radar).

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 Será o quarto e último da série de satélites (pelo menos até o momento) que usará a PMM. Esse projeto de satélite com a Alemanha está na fase B (projeto detalhado da missão).
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 A agência espacial alemã deve dar uma posição sobre a continuidade ou não da missão até dezembro de 2015. Já existem alguns países e empresas se posicionando para o caso da Alemanha não prosseguir com o projeto.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Questão Racial Projeto espacial esbarra em comunidades quilombolas no Maranhão


A empresa estatal binacional ACS (Alcântara-Cyclone Space), criada para unir Brasil e Ucrânia na busca por espaço no mercado internacional de lançamento de satélites, enfrenta barreiras para seus planos de longo prazo na área de Alcântara, no Maranhão.
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.Após ceder numa disputa por terras com comunidades quilombolas da região, a ACS deverá se instalar numa área da Aeronáutica dentro do CLA (Centro de Lançamento de Alcântara), pagando aluguel de R$ 113 mil. A área é suficiente para desenvolver a plataforma de lançamentos do Cyclone-4, diz a empresa, mas compromete o projeto de desenvolvimento que o governo pensava para a região: transformar a península em um parque tecnológico. 
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Rediscutindo 

"Isso vai ter de ser discutido de novo com a comunidade local", diz Roberto Amaral, diretor da contraparte brasileira da ACS. Segundo ele, a entrada do Brasil nesse ramo de negócio traz uma perspectiva nova para a região. Para que outras empresas de tecnologia se instalem, porém, será preciso convencer quilombolas a abrirem mão de algumas de suas áreas. 
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Por conta das dificuldades, a AEB (Agência Espacial Brasileira) já tinha cogitado sair do Maranhão. Contudo, o presidente da agência, Carlos Ganem, diz que ainda não desistiu. Ele pretende levar a Alcântara o mesmo modelo de desenvolvimento da Guiana Francesa, hoje lar da maior base equatorial de foguetes do mundo. 

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"Compare o que era Kourou antes de a ESA [Agência Espacial Europeia] tratar aquela população de 6.000 negros desdentados, sem salários e sem previdência social, com os hoje 21 mil negros e brancos, com dentes, com o maior salário mínimo da Europa, a melhor previdência social", diz Ganem. 
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"Hoje os negros desdentados e completamente excluídos naquela região são na verdade os brasileiros que atravessam a fronteira para se beneficiar das vantagens incorporadas ao desenvolvimento local e social." 

Os quilombolas de Alcântara, contudo, mostram desconfiança em relação aos benefícios trazidos pelo Programa Espacial Brasileiro. Sinal disso é que, no dia 18 de dezembro, uma audiência pública do Ibama, de apres
Rediscutindo 
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"Isso vai ter de ser discutido de novo com a comunidade local", diz Roberto Amaral, diretor da contraparte brasileira da ACS. Segundo ele, a entrada do Brasil nesse ramo de negócio traz uma perspectiva nova para a região. Para que outras empresas de tecnologia se instalem, porém, será preciso convencer quilombolas a abrirem mão de algumas de suas áreas. 

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Por conta das dificuldades, a AEB (Agência Espacial Brasileira) já tinha cogitado sair do Maranhão. Contudo, o presidente da agência, Carlos Ganem, diz que ainda não desistiu. Ele pretende levar a Alcântara o mesmo modelo de desenvolvimento da Guiana Francesa, hoje lar da maior base equatorial de fogentação do relatório de impacto ambiental do projeto da ACS, abriu espaço para discursos de gente que critica os interesses da empresa. 

Aconteceu quando o microfone foi aberto a perguntas. Em vez delas, surgiu o presidente da Câmara Municipal da cidade, Benedito Barbosa, exaltado, dizendo que os técnicos contratados pela ACS eram mentirosos. Foi aplaudido. Outros fizeram discursos parecidos. 
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Boa parte da resistência se deve à experiência traumática causada pela criação do CLA, na década de 1980. Na época, comunidades quilombolas inteiras foram transferidas para regiões afastadas. 

Sem peixe 

A Folha visitou as terras que os transferidos receberam da Aeronáutica e onde estão desde então. Peixes eram a sua base alimentar, mas os quilombolas foram retirados de perto do litoral. Agora, a pé, levam cinco horas para chegar aos lugares onde costumavam pescar. 

Além disso, reclamam que os lotes recebidos são pequenos demais e pouco férteis. Nesses lugares, é possível ver várias casas abandonadas. 
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Os moradores se dizem pouco convencidos sobre os empregos que a ACS prevê --900 durante as obras e 300 quando os foguetes estiverem sendo lançados do centro. 

Mesmo com a ACS desistindo de construir as suas instalações onde hoje estão os quilombolas, existirão impactos. 

Um deles se relaciona com as normas de segurança para lançar foguetes. Toda vez que isso vai ser feito, é necessário fechar a costa para evitar o risco de que destroços caiam na cabeça de alguém -nada de gente pescando, portanto. 

"Dizem que é muito seguro, mas todo mundo sabe que isso já explodiu", diz um dos quilombolas, referindo-se à explosão que acabou matando 21 técnicos no centro em 2003.

ACS Recebe Autorização do IBAMA para Obras do Sítio

A Binacional Alcântara Cyclone Space (ACS) recebeu do Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), a Licença de Instalação (LI), que permite à ACS realizar obras e intervenções relacionadas à implantação dos canteiros de obras e acessos para o Complexo Terrestre Cyclone-4.
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Junto á LI, o IBAMA também concedeu à ACS, nesta primeira fase, autorização para realizar a supressão vegetal nas áreas destinadas ao canteiro de obras e acessos, iniciando assim a construção do sítio de lançamento do veículo lançador Cyclone-4.
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A anuência do IBAMA obtida com base nos Estudos de Impactos Socioambientais (EIA) confirma que o Complexo de Lançamento da Alcântara Cyclone Space é um empreendimento socioambiental viável.
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O cronograma inicialmente previsto pela ACS para a realização dos estudos socioambientais e obtenção do licenciamento sofreu atrasos relevantes por conta de questões fundiárias ligadas ao território étnico quilombola, situação predominante na península de Alcântara. A ACS recebeu autorização do Ministério da Defesa para se instalar dentro de perímetro do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), onde as questões fundiárias estão equacionadas. Em paralelo, um acordo judicial foi fechado garantindo que nenhuma das comunidades de descendentes de quilombolas, que fazem parte da área de influência das atividades da ACS, serão realocadas.
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A mudança de área, o acordo judicial e o intenso trabalho de comunicação da ACS, junto às comunidades, deram inicio a uma nova etapa do projeto; a adoção de procedimentos concretos para definição para a empresa responsável pela construção do Complexo de Lançamento Cyclone-4, em Alcântara (MA).