sábado, 23 de janeiro de 2016

Luna 9 - também conhecida como Luna E-6M No.1, foi a designação de uma sonda soviética do Programa Luna usando a plataforma E-6M, com o objetivo de efetuar um pouso suave na Lua.

            A esfera de coleta de dados e imagens da Luna 9

Luna 9
Operação União Soviética
Contratantes principaisLavochkin
Tipo de missãoAlunissador
Sobrevoo deLua
Lançamento31 de janeiro de 196611:41:37 UTC
Local do LançamentoCazaquistãoCosmódromo de Baikonur,Cazaquistão
Veículo de LançamentoMolniya (Relâmpago)
Duração da missão6 dias, 11 horas, 13 minutos e 23 segundos.
Fim da missão06 de fevereiro de 1966 às 22:55 UTC
DesignaçãoCOSPAR1966-006A
Site7.13°N 64.37°W
Massa1 583 kg
Luna 9, também conhecida como Luna E-6M No.1, foi a designação de uma sonda soviética do Programa Luna usando a plataforma E-6M, com o objetivo de efetuar um pouso suave na Lua.
Depois de um lançamento bem sucedido em 31 de Janeiro de 1966, ela efetuou as correções de curso necessárias, acionou os retrofoguetes conforme o planejado e se tornou a primeira espaçonave a efetuar um pouso suave na superfície da Lua em em 06 de Fevereiro de 1966.

A espaçonave

A espaçonave era baseada na plataforma E-6M uma versão melhorada e reforçada (desenvolvida pelo escritório Lavochkin), em relação à anterior. Pesando 1.583 kg no total, o módulo aterrissador possuía uma esfera de aço no topo pesando 99 kg. Essa esfera era recoberta por bolsas infláveis pouco antes do pouso e liberada a cerca de cinco metros de altura, momentos antes de o módulo aterrissador tocar o solo. Essa esfera, hermeticamente fechada, possuía em seu interior: equipamento de rádio comunicação, dispositivos temporizadores, sistema de controle de temperatura, alimentação, instrumentos científicos e um sistema de transmissão de imagens de televisão.

Lançamento e percurso

Luna 9 foi lançada por um foguete Molniya-M (8K78M) as 11:45:00 UTC de 31 de Janeiro de 1966, a partir da plataforma 31/6 do Cosmódromo de Baikonur. Depois de um lançamento bem sucedido e de ter atingido uma órbita de espera de 168 por 219 km e 51,8° de inclinação, o estágio superior do foguete, um Bloco-L, reiniciou e ela foi colocada em trajetória de injeção translunar (uma órbita elíptica alta com 500.000 km de apogeu).

Depois disso, a espaçonave iniciou um processo de rotação sobre o próprio eixo a 0.67 rpm, usando jatos de nitrogênio. Em 1 de Fevereiro, as 19:29:00 UTC, uma correção de curso foi efetuada, envolvendo o acionamento de um dos motores durante 48 segundos, resultando em um delta-V de 71,2 m/s.

Descida e pouso

A uma distância de 8.300 km da Lua, a espaçonave foi orientada a acionar seus retrofoguetes e a sua rotação parou em preparação para o pouso. A 25 km da superfície lunar, o radio altímetro comandou o descarte dos módulos laterais, o enchimento das bolsas de ar, e um novo acionamento dos retrofoguetes. A 250 m da superfície, o retrofoguete principal foi desligado e os quatro retrofoguetes auxiliares foram usados para diminuir a velocidade. A aproximadamente 5 m acima da superfície lunar, um sensor de contato tocou o solo e comandou o desligamento dos motores e a ejeção da capsula de pouso. A espaçonave "pousou" a 22 km/h de velocidade.

Locais das alunissagens dos programas* Luna (vermelho)* Apollo (verde) e* Programa Surveyor (amarelo)

A esfera de pouso, bateu e rolou algumas vezes antes de parar a Oeste das crateras Reiner e Marius nas coordenadas aproximadas 7.08 N, 64.37 W da região conhecida como Oceanus Procellarum(Oceano das Tormentas, em português), as 18:45:30 UTC do dia 3 de Fevereiro de 1966, 3 dias, 8 horas, 3 minutos e 15 segundos após o seu lançamento.
Luna 9, foi o primeiro objeto feito pelo homem a pousar num outro corpo celeste. Foi a décima segunda tentativa da União Soviética em efetuar um pouso suave na Lua; também foi a primeira sonda espacial bem sucedida produzida pelo escritório de projetos Lavochkin, que passou a ser o responsável por praticamente todas as sondas lunares e interplanetárias soviéticas (depois russas). Todas as operações antes do pouso, transcorreram sem falhas. Aproximadamente cinco minutos depois do pouso, a Luna 9 começou a transmitir dados para a Terra, mas somente depois de 7 horas, quando o Sol atingiu 7° de elevação, a sonda começou a enviar a primeira de nove imagens (incluindo cinco panorâmicas) da superfície da Lua. Essas foram as primeiras imagens transmitidas da superfície de um outro corpo celeste.

Operação na superfície

Aproximadamente 250 segundos depois do pouso, as quatro "pétalas" que cobriam a parte superior da sonda esférica se abriram e a estabilizaram na superfície lunar. As antenas assumiram sua posições operacionais e o sistema de espelhos rotativos da câmara de televisão iniciaram a varredura do ambiente lunar. Sete sessões de rádio, totalizando 8 horas e 5 minutos, foram transmitidas, assim como três séries de imagens de TV. Depois de editadas, as fotografias forneceram uma visão panorâmica da superfície lunar nas vizinhanças do local de pouso, incluindo rochas e o horizonte, a cerca de 1,4 km.

As imagens da Luna 9, não foram liberadas imediatamente pelas autoridades soviéticas. Nesse meio tempo, o pessoal do observatório Jodrell Bank na Inglaterra, que estava monitorando a espaçonave, notou que o formato dos sinais utilizados por ela era o mesmo usado internacionalmente pelos jornais da época para transmitir fotografias. O Daily Express se apressou em obter um receptor para o observatório, e as fotografias da Luna 9 foram decodificadas e publicadas ao redor do Mundo. A BBC News especulou que os projetistas da espaçonave deliberadamente equiparam a sonda com equipamentos de acordo com o padrão comercial da época para permitir a recepção das imagens pelo observatório Jodrell Bank.
O detector de radiação, o único instrumento a bordo, mediu uma dosagem de 30 milirads (0,3 miligrays), por dia. A missão também constatou que uma espaçonave não iria afundar no solo lunar; que o solo podia suportar um módulo aterrissador pesado. A última transmissão da espaçonave foi recebida no dia 6 de fevereiro de1966, às 22:55 UTC, quando então se perdeu contato com a superfície lunar.

Luna 2 - Luna E-1A No.2, foi a segunda de uma série de duas missões usando a plataforma E-1A

Luna E-1A No.2, foi a segunda de uma série de duas missões usando a plataforma E-1A

Luna 2,[1] [2] em russo Луна-2, também conhecida como Luna E-1A No.2, foi a segunda de uma série de duas missões usando a plataforma E-1A, para o Programa Luna (um projetosoviético), tinha como objetivo, obter um impacto na Lua.


Luna 2
Luna 2
Operação União Soviética
Contratantes principaisOKB-1
Tipo de missãoCiência Planetária
Sobrevoo deLua
Lançamento12 de setembro de 1959 às 06:39:42 UTC
Local do LançamentoCazaquistãoCosmódromo de BaikonurCazaquistão
Veículo de LançamentoLuna (8K72)
Duração da missão33 horas e 50 minutos
Fim da missão14 de setembro de 1959 às 21:02:24 UTC
DesignaçãoCOSPAR1959-014A
Massa390 kg

Lançada ao espaço às 06:39:42 UTC de 12 de setembro de 1959. Ela foi a primeira nave espacial a alcançar a superfície da Lua, se tornando também o primeiro objeto feito pelo homem a atingir um outro corpo celeste



O impacto lunar ocorreu as 21:02:24 UTC em 14 de Setembro de 1959, a leste do Mare Imbrium, perto das crateras Aristillus,Archimedes e Autolycus.
Luna 2 era similar no projeto ao Luna 1, uma nave espacial esférica com antenas projetando-se no corpo. A instrumentação era também similar, incluindo contadores de Geiger, um magnetômetro, detectores de Cherenkov e detectores de micrometeorito. Não havia nenhum sistema de propulsão próprio.
Luna 1 tinha fornecido a primeira evidência do fenômeno do vento solar; Para melhorar a eficiência, os quatro sensores de fluxo de plasma da Luna 2 foram modificados em um arranjo em tetraedro.

Alunissagem  - alunissagemPB ou alunagemPE consiste no ato de pousar uma nave espacial em um satélite natural (na Lua, de maneira especial). Incluem-se nesta categoria tanto os pousos tripulados quanto não tripulados (missões robóticas)

Após ser lançada e ter alcançado a velocidade de escape em 13 de setembro de 1959, a Luna 2 se separou do terceiro estágio do veículo lançador, que viajou junto com ela para a lua. Em 13 de setembro a espaçonave liberou uma nuvem alaranjada brilhante do gás sódio, que ajudou a realizar uma experiência do comportamento do gás no espaço. Às 21:02h de 14 de Setembro, após 33,5 horas de voo, os sinais de rádio da Luna 2 cessaram, indicando que havia impactado na Lua.
O ponto do impacto, na região de Palus Putredinis, é estimado como tendo ocorrido nas seguintes coordenadas lunares: 29° 6′ 0″ N, 0° 0′ 0″ E. Cerca de 30 minutos após o impacto da espaçonave,, o terceiro estágio do veículo lançador impactou também na Lua. A missão confirmou que a Lua não possui nenhum campo magnéticomensurável e não encontrou nenhuma evidência de anéis deradiação.
Cópia do artefato com os estandartes da URSS usados na Luna 2.

Estandartes

A missão Luna 2 carregava três tipos de estandartes da União Soviética diferentes: dois deles, localizados na espaçonave e um terceiro localizado no terceiro estágio do foguete que também caiu na Lua cerca de 30 minutos depois da espaçonave.
Os estandartes localizados na espaçonave tinham o formato esférico e eram recobertos por elementos pentagonais idênticos, de aço inoxidável. No centro havia material explosivo para reduzir a velocidade de queda dos elementos. Cada um desses elementos possuía o brasão de armas da URSS e as letras cirílicas CCCP em um dos lados e do outro, as palavras "СССР СЕНТЯБРЬ 1959" (URSS Setembro de 1959).
A missão Luna 2 carregava três tipos de estandartes da União Soviética diferentes: dois deles, localizados na espaçonave e um terceiro localizado no terceiro estágio do foguete que também caiu na Lua cerca de 30 minutos depois da espaçonave.
Os estandartes localizados na espaçonave tinham o formato esférico e eram recobertos por elementos pentagonais idênticos, de aço inoxidável. No centro havia material explosivo para reduzir a velocidade de queda dos elementos. Cada um desses elementos possuía o brasão de armas da URSS e as letras cirílicas CCCP em um dos lados e do outro, as palavras "СССР СЕНТЯБРЬ 1959" (URSS Setembro de 1959).

Ônibus Espacial Soviético - BURAN / 88

Os russos foram sempre muuuuito superiores no ar, até hoje são. Os russos desenvolvem na metade do tempo, gatam menos da metade, a manutenção é mais barata e o produto custa menos. Pode comparar por exemplo o C5 com o AN 124. O programa espacial americano nem foi americano, eles não conseguiram nem COPIAR os alemaes e quem fez foi o Von braun que é alemão. E até se tapava pq os americanos não conseguiam botar os projetos dele na pratica!!! kkkkkkkkk E os russos decolaram na frente dai.


A verdade é que os estadunidenses nunca foram uma super potencia científica, são extremamente sábios em termos de política, mas quando se fala de ciência e engenharia, eles sempre importaram e bancaram bons engenheiros e cientistas. A NASA por exemplo tem mais estrangeiros do que estadunidenses. A Roscosmos foi superior à nasa na criação do seu unibus espacial, mas infelizmente contava com um investimento que é uma fração da que a NASA dispõe . 




quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Astrônomos Brasileiros Identificam Estrela Rara na Via Láctea


uma nota postada ontem (19/01) no site da Agência 

FAPESP, destacando que Astrônomos 

Brasileiros identificam estrela rara na Via Láctea.

Astrônomos Brasileiros Identificam
Estrela Rara na Via Láctea

Diego Freire
Agência FAPESP
19 de janeiro de 2016

(Foto: ESO/Beletsky/DSS1 + DSS2 + 2MASS)


Telescópio NTT e a estrela ultrapobre em metais
2MASS J18082002-5104378 (no retângulo amarelo)

Estrelas primitivas, surgidas quando o universo ainda era muito jovem, são de difícil identificação por conta de seu brilho, que costuma ser pouco intenso. Não é o caso da rara 2MASS J18082002-5104378, recém-identificada na Via Láctea por um grupo de pesquisadores brasileiros e dos Estados Unidos liderados por astrônomos da Universidade de São Paulo (USP), uma descoberta que pode ser peça-chave para ampliar a compreensão sobre os primórdios da nossa galáxia.

Minutos após o Big Bang, apenas os elementos químicos hidrogênio e hélio foram produzidos. Os elementos mais pesados, chamados de metais, só surgiriam muito tempo depois, no interior das estrelas – que, ao explodirem, ejetam material rico em metais ao meio interestelar, de tal maneira que novas estrelas têm um conteúdo cada vez maior desses elementos. Portanto, aquelas com a menor quantidade de metais são as mais primitivas, como a 2MASS J18082002–5104378, que tem menos de 1/10000 vezes a quantidade de ferro do Sol.

A procura de estrelas pobres em metais é uma das áreas mais ativas da astronomia, quando se trata de estudar as primeiras fases da galáxia. A maioria dos esforços atuais está concentrada em estrelas fracas, de pouco brilho, o que dificulta uma observação mais detalhada.

“Existe um bom número dessas estrelas, mas a maioria delas é fraca, difícil de ser estudada em detalhe com telescópios. Trata-se de estrelas muito antigas e de órbitas muito caóticas, formadas quando a galáxia estava colapsando e afastadas da nossa vizinhança solar. Mas essa, em especial, está passando um pouco mais próximo do nosso sol, o que a torna mais brilhante”, conta Jorge Luis Meléndez Moreno, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG).

Meléndez é responsável pela pesquisa "Espectroscopia de alta precisão: impacto no estudo de planetas, estrelas, a galáxia e cosmologia", realizada com o apoio da FAPESP. O objetivo é caracterizar com precisão determinados tipos de estrelas para estudar em detalhes a formação dos planetas, os processos de evolução estelar, a evolução química da galáxia e a nucleossíntese primordial – a formação de elementos químicos por reações nucleares no Big Bang.

A “nova” estrela velha tem pelo menos 13 bilhões de anos. Os pesquisadores chegaram à estimativa considerando os aglomerados de estrelas mais antigos da galáxia, que têm essa idade e são mais ricos em metais. Seu tamanho é cerca de 88% da massa do Sol e a temperatura na sua superfície é de 5.440 K, quase a mesma da estrela central do Sistema Solar, 5.778 K. Além de ferro, foram detectados em sua atmosfera sódio, silício, cálcio e níquel, elementos químicos em quantidade 1/10000 menor que seu conteúdo no Sol.

Em uma primeira estimativa, sua distância aproximada da Terra é de 2.500 anos-luz. De acordo com os pesquisadores, um valor preciso será obtido por meio do satélite Gaia, da Agência Espacial Europeia, que está medindo a distância de muitas estrelas.

Arqueologia Galáctica

A colaboração internacional liderada por Meléndez começou sua busca por estrelas pobres em metais relativamente brilhantes em 2013. No ano seguinte, a equipe observou a 2MASS J18082002–5104378 com o New Technology Telescope (NTT), do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), no norte do Chile, identificando-a como uma promissora estrela muito pobre em metais e, consequentemente, formada nos primórdios da galáxia.

“É muito raro encontrar uma estrela tão pobre em metais e tão brilhante. Elas são preciosas relíquias para a arqueologia galáctica, para desvendar a história da nossa Via Láctea”, destaca Meléndez.

Diante do achado, a estrela foi observada em mais detalhes entre 2014 e 2015, usando o espectrógrafo UVES no telescópio de oito metros de diâmetro Very Large Telescope (VLT), no Observatório Paranal do ESO, localizado no topo do Cerro Paranal, uma montanha com 2,6 mil metros de altitude no deserto do Atacama. A espectroscopia espalha a luz nas diversas cores que a compõem, possibilitando observar com detalhes os elementos químicos presentes na estrela.

Os astrônomos confirmaram, então, que a estrela tem uma quantidade tão pequena de elementos químicos pesados que foi classificada como ultrapobre em metais (UMP, na sigla em inglês).

A estrela 2MASS J18082002–5104378 é a mais brilhante UMP conhecida até agora, com brilho de 11.9 magnitudes, sendo suficientemente brilhante para ser observada com telescópios pequenos, a partir de 10 cm. Apenas a estrela CD -38 245, descoberta há mais de 30 anos pelos astrônomos australianos M. S. Bessell e J. Norris, tem um brilho similar. Todas as outras estrelas UMP são pelo menos seis vezes mais fracas.

A equipe pretende agora obter observações detalhadas da estrela no ultravioleta, com o telescópio espacial Hubble, para estudar um grande número de elementos químicos sem a limitação da interferência da atmosfera terrestre.

Os resultados obtidos pela equipe foram publicados na revista Astronomy & Astrophysics, no artigo 2MASS J18082002-5104378: The brightest (V = 11.9) ultra metal-poor star. Além de Meléndez, assinam o trabalho Gabriel Perez e Marcelo Tucci-Maia, também do IAG-USP; Vinicius Moris Placco, da University of Notre Dame; Iván Ramírez, da University of Texas at Austin; e Ting S. Li, da Texas A&M University.


Fonte: Site da Agência FAPESP

DILMA Divulga Plano Plurianual 2016-2019


O governo da presidente debiloide DILMA ROUSSEFF divulgou recendente o seu “Plano Plurianual 2016-2019” com as ações do desgoverno dela previstas para este período em todas as áreas, ai incluídos os Setores de Defesa e Espaco.

No que diz respeito ao setor de Defesa, a parte que nos interessa, ou seja, as ações relacionadas com o PESE (Programa Estratégico de Sistemas Espaciais) segue abaixo:

PROGRAMA: 2058 - Defesa Nacional

OBJETIVO: 1119 - Desenvolver e elevar capacidades nas áreas estratégicas da cibernética, nuclear, espacial e nas áreas de comunicações, comando e controle, inteligência e segurança da informação.

Órgão Responsável: Ministério da Defesa

Iniciativas

* 05O7 - Definição de missões e de requisitos dos sistemas espaciais de interesse para a área de Defesa no Programa Estratégico de Sistemas Espaciais - PESE.

Já em relação as ações fantasiosas do setor espacial para o período (tão grandes quanto eram as do Plano Plurianual anterior) seguem abaixo para o conhecimento do leitor:

PROGRAMA: 2056 - Política Espacial

OBJETIVO: 0702 - Aperfeiçoar e ampliar a disponibilização de imagens, dados e serviços, em benefício da sociedade brasileira, por meio de missões espaciais utilizando satélites nacionais.

Órgão Responsável: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Metas 2016-2019

* 03TE - Lançar o primeiro satélite de observação da Terra da série Amazônia.

Órgão responsável: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

* 04CV - Lançar o Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres CBERS-4A.

Órgão responsável: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Iniciativas

* 05I6 - Desenvolvimento do segundo satélite da série Amazônia, para observação da Terra.
05I7 - Desenvolvimento do sistema de Satélites de Coleta de Dados Hidrometeorológicos (SCD-Hidro) e modernização do Sistema Integrado de Dados Ambientais (SINDA).

* 05I8 - Desenvolvimento do primeiro Satélite Argentino-Brasileiro de Informações Ambientais Marítimas (SABIAMar),
para estudos de águas interiores e oceanos.

* 05I9 - Desenvolvimento do Satélite de Pesquisa Atmosférica Equatorial (EQUARS), para estudos das altas atmosferas.

* 05IA - Domínio das tecnologias de plataformas para satélites de até 100 kg (microssatélites) e para satélites de até 500 kg (pequenos satélites) para posterior industrialização.

* 05IB - Concepção das missões e definição dos requisitos para os satélites CBERS-5, CBERS-6 e o terceiro satélite da série Amazônia, considerando áreas de monitoramento agrícola, uso da terra, recursos não-renováveis, segurança hídrica e Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa por Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+).

* 05IC - Definição de requisitos para futuras missões tecnológicas, de radar de abertura sintética, de meteorologia, e do Monitor e Imageador de Raios X (MIRAX).

* 05ID - Atualização e adequação da capacidade das instalações para rastreio e controle de satélites, recepção, armazenamento, processamento e disseminação de dados.

* 05IE - Estímulo à organização da base industrial e a comercialização de produtos e serviços espaciais por empresas nacionais, em satélites e aplicações.

OBJETIVO: 0397 - Prover a capacidade de acesso ao espaço, por meio de veículos lançadores nacionais e respectiva infraestrutura de lançamentos no país, com incremento da participação industrial.

Órgão Responsável: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Metas 2016-2019

* 00VC - Realizar voo de qualificação do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM-1) com carga útil nacional.

Órgão responsável: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

* 00VF - Realizar voo tecnológico para qualificação do sistema de navegação inercial do Veículo Lançador de Satélites.

Órgão responsável: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Iniciativas

* 05GP - Domínio de tecnologias de plataformas para missões suborbitais: Plataforma Suborbital de Microgravidade (PSM) e Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA).

* 05GQ - Realização de campanhas de lançamento de foguetes em apoio a Programas de Microgravidade e de desenvolvimento tecnológico.

* 05H6 - Implantação e modernização dos Sistemas Operacionais e de Apoio Operacional de lançamento do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) e Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI).

* 05H7 - Consolidação do Sistema Nacional de Avaliação da Conformidade na Área Espacial.

* 05H8 - Estímulo à organização da base industrial e à comercialização de produtos e serviços espaciais por empresas nacionais, em veículos lançadores e serviços de lançamento.

OBJETIVO: 1108 - Promover o conhecimento científico e tecnológico, o capital humano e o domínio de tecnologias críticas para fortalecer o setor espacial.

Órgão Responsável: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Metas 2016-2019

* 04DN - Concluir o modelo de engenharia do motor foguete a propelente líquido de 7,5 toneladas de empuxo, em continuidade ao desenvolvimento do motor.

Órgão responsável: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

* 04DO - Concluir o desenvolvimento de Sistema de Controle de Atitude e Órbita e de Supervisão de Bordo de satélites.

Órgão responsável: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

* 04DP - Firmar 6 contratos de prestação de serviços de engenharia para a transferência de tecnologias espaciais a indústrias nacionais ou entidades governamentais no âmbito do Programa de Transferência de Tecnologia do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC).

Órgão responsável: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Iniciativas

* 05JA - Desenvolvimento de produtos e processos inovadores para o setor espacial e suas aplicações relativas a novos materiais, propulsão de satélites, computação científica e eletrônica embarcada.

* 05JB - Desenvolvimento de tecnologias inovadoras e consolidação de plataforma para integração de dados, conhecimentos e tecnologias, objetivando a elaboração de produtos para aplicações de imagens de satélites e dados espaciais.

* 05JC - Domínio das tecnologias de plataforma para satélites de até 10 kg (nanossatélites) para posterior industrialização.

* 05JE - Desenvolvimento de tecnologias críticas para emprego em propulsores líquidos em apoio ao desenvolvimento do motor L-75.

* 05JH - Desenvolvimento de tecnologias críticas e meios industriais em apoio ao desenvolvimento do veículo lançador VLM-1.

* 05JJ - Elaboração de estudo de viabilidade para o desenvolvimento de estágio de propulsão líquida para o veículo lançador VLS-Alfa.

* 05JK - Ampliação e modernização dos bancos de testes de propulsores químicos e implantação de banco de testes de propulsores elétricos.

* 05JM - Desenvolvimento do projeto do Banco de Ensaios de Propulsores Líquidos.

* 05JO - Consolidação de centro de pesquisa, desenvolvimento e operação para o Programa de Estudo e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial

* 05JQ - Desenvolvimento de experimentos de microgravidade e de estudos da ionosfera.

* 05JS - Conclusão e lançamento do experimento astrofísico Proto-MIRAX (Monitor e Imageador de Raios-X) através de balão estratosférico.

* 05JT - Fomento de ações, por meio da Plataforma Espaço Educação e Tecnologia (E2T), para a atração, formação e capacitação de pessoal para o setor aeroespacial, e realização de missões educacionais de nanossatélites.

* 06D4 - Consolidação do Centro Vocacional Tecnológico Espacial (CVT-Espacial) do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI).

* 06SE - Implementação do Plano de Absorção e Transferência de Tecnologia no Âmbito do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC).

Bom leitor, na realidade eu sugiro a você que não leve muito a sério o que foi inscrito neste documento, pois fora os projetos já em fase final de desenvolvimento, e aqueles de apoio a cultura populista destes merdas sanguessugas (como as do SGDC), pouco ou quase nada realmente sairá do papel.

O leitor que quiser perder o seu tempo e ter acesso a este documento completo pode acessá-lo pelo link:http://www.planejamento.gov.br/secretarias/upload/arquivo/spi-1/ppa-2016-2019/anexo-i.pdf (veja a partir da página 194)